O vídeo da família WoW [World of Warcraft]

O vídeo sobre a família que joga World of Warcraft, feito pelo O Público sobre o lançamento da nova expansão:

Link para o vídeo.

Via iPhil.

Book meme [Meme]

Com o tempo, se a ingestão não continuar, o mercúrio vai saíndo através da urina, das fezes e do leite materno.

in “O Livro da Criança (Do 1 aos 5 anos)”, Mário Cordeiro, Esfera dos Livros, 2007

1. Pega no livro mais próximo.
2. Abre na página 56.
3. Procura a quinta frase.
4. Coloca um post no teu blog com o texto e seguido destas instruções.
5. Não escolhas o teu livro favorito, o mais cool ou o mais intelectual

Teia de aranha [Fotos]

Foi para tirar fotos como esta que comprei a minha máquina.

Sempre quis tirar uma foto como esta a uma teia de aranha. Já tinha tentado antes com as máquinas digitais compactas mas é quase impossível e os resultados são muito maus.

Apesar de não ter ficado perfeita gostei bastante. A focagem foi manual e talvez tenha falhado um pouco. É algo que ainda tenho que treinar mais.

Descobri que de manhã é quando este tipo de fotos fica melhor pois o sol ainda está baixo e a brilhar com muita força e a humidade da noite ajudava a dar um brilho diferente às coisas. Só ficou mesmo a faltar a aranha mas não se pode ter tudo.

É hoje o lançamento da nova expansão de World of Warcraft [The Wrath of the Lich King]

Para quem acompanha o mundo dos MMORPG e em especial o World of Warcraft (WoW) esta notícia não é novidade nenhuma. É hoje (12 de Novembro) lançada a nova expansão do jogo: The Wrath of the Lich King.

Também em Portugal a expansão fica disponível após as 23h59 um pouco à semelhança do que vai acontecer pelo resto do mundo. Para o efeito as lojas Media Markt vão ficar abertas até mais tarde e quem ainda não tem a edição especial de coleccionador e não quiser esperar pelo dia seguinte pode comprar ainda hoje esta nova expansão.

O World of Warcraft é um dos jogos mais populares de MMO actualmente no mercado e a prova disso são os 11 milhões de jogadores activos por todo o mundo.

O jornal “O Público” mostra uma reportagem de uma família portuguesa onde todos jogam WoW. Não percam pois é bastante interessante ver como esta família de uma forma saudável se entretém com este jogo.

Acho que é um exemplo a seguir e mostra como pode ser divertido jogar MMO’s em família sem entrar nos excesso de que por vezes se fala neste tipo de jogos. A maneira como eles lidam com o jogo e até o filho de 5 anos jogar é excelente.

Gostei bastante da parte da mãe que explica que já não entendia as conversas à mesa e começou a jogar por causa disso. Quando disse que tinha duas profissões estava a ver que ia incluir uma do jogo.

UPDATE: Na FNAC também se vai poder comprar o jogo às 23h59 de hoje. Obrigado iPhil.

Como me estragaram uma história porreira [Internet]

Sou um grande fã do Firefox e desde que o descobri que sou utilizador deste browser. Considero-o superior aos restantes (pelo menos ao Internet Explorer) para a utilização que eu lhe dou.

Por isso quando vi o post do Gustavo Homem (da Angulo Sólido) sobre o Firefox não funcionar na página da Iniciativa Nacional para a Banda Larga fiquei muito surpreendido. Não há nenhuma razão para isto acontecer.

Na altura não falei nisso aqui mas ficou em espera.

E é aqui que isto se torna na história de um post falhado. Era minha ideia mostrar também aqui aquele problema e reforçar a história original.

Qual a minha surpresa ontem quando estou a mostrar a página à minha mulher e funciona. Nem queria acreditar. Tiraram a piada toda a um gajo.

Este foi o print screen que tirei ontem e mostra que o Firefox já consegue ver aquela página.

Mas a questão principal resiste. Pelo que se pode ver na imagem esta página foi feita com a utilização de dinheiros públicos. Não existe nenhuma razão para um browser ser excluído sem nenhuma razão aparente. Felizmente o “problema” foi corrigido.

Quanto a mim ficou a história de um post falhado. De como me lixaram uma história porreira. E a lição que é melhor não esperar para se falar num assunto. Na internet as coisas alteram-se muito rapidamente e eu acabei por perder a oportunidade.

Browsergames Forum 2008 [Eventos]

Parece que neste final do ano a Alemanha é mesmo o ponto de interesse relativamente a jogos.

Vai-se realizar entre 22 e 23 Novembro de 2008 o Browsergames Forum 2008 em Frankfurt, na Alemanha.

Para quem está ligado ao jogos online, e em especial através de browser, este fórum é certamente um evento a que não se pode faltar.

O programa ainda não é definitivo, mas vai abordar temas bastante interessantes. Destaco a temática dos jogos de browser na China e na Rússia (dois países onde os jogos online são extremamente populares) e o Microsoft Silverlight com o tema cross-platform runtime for browsergames and mobile entertainment.

O programa conta ainda com intervenções de elementos da Bigpoint (que faz por exemplo o Seafight) e da Travian Games (dispensam mais apresentações). São duas empresas com uma grande experiência em jogos de browser e certamente a sua intervenção (que ainda não tem temática agendada) será interessante.

Obrigado ao Pedro Santos pelo aviso.

Quase 1.700 jogos para o iPhone já disponíveis [iPhone]

Apesar de apenas ter sido lançado recentemente já existem cerca de 1.700 jogos disponíveis para o iPhone.

Parece que os donos deste telemóvel têm uma apetência mais forte por jogos pois cerca de 25% deles já descarregou jogos (contra 6% dos donos de outras marcas).

Estes números parecem demonstrar que o iPhone é uma boa plataforma para jogos, ou pelo menos assim acreditam os seus utilizadores.

Devo admitir que concordo que o número talvez comece a ser excessivo e que dentro em breve vai começar a haver alguma dificuldade em encontrar o que se pretende, tamanha é a oferta.

Via Kotaku.

As funcionalidades pagas introduzem desequilíbrios nos jogos online? [Opinião]

Actualmente já existem muitos jogos online que são gratuitos e que recorrem a funcionalidades pagas para se financiarem. São uma excelente alternativa aos jogos totalmente pagos e alguns são mesmo bastante bons e até casos de sucesso.

Já aqui abordei uma vez a escolha entre jogos pagos e jogos gratuitos e sou da opinião que ter algumas funcionalidades pagas é a melhor maneira de rentabilizar um jogo online.

Mas será que as funcionalidades pagas, e logo acessíveis apenas a alguns, criam desvantagens sobre os jogadores que não pagam?

Em conversa com o Pedro Santos, um dos criadores do Orion’s Belt, sobre funcionalidades pagas nos jogos MMO cheguei à conclusão que acho que as pessoas já se habituaram a que quem paga tem algumas vantagens extra. E não é por isso que as pessoas deixam de jogar alguns jogos.

Na realidade a maioria das funcionalidades pagas desequilibra pouco, se bem feitas, porque quem usa mais isso são os novos jogadores. Quando se está bem desenvolvido não vale a pena gastar dinheiro porque já se conseguiu atingir um bom nível de produção e poder.

Sou mesmo da opinião que na verdade até equilibra um pouco mais as coisas ter funcionalidades pagas.

Dou três exemplos que conheço bem:

1. No Travian existem algumas funcionalidades pagas, apesar de a base do jogo ser gratuita. Admito que já não jogo há algum tempo, mas acho que ainda se mantém algo do género: mediante o pagamento de um certo valor (em dinheiro a sério) o jogador tem direito a uma série de bónus. Há à escolha bónus na defesa ou no ataque ou bónus de produção.

Normalmente a maioria dos jogadores no Travian à medida que se vai desenvolvendo deixa de precisar deste tipo de ajudas. Mas ao início dá muito jeito porque a nossa força é por vezes muito reduzida. E assim escusamos de sofrer do Efeito Travian com tanta força.

Tirando estes bónus não existe mais nenhuma diferença significativa entre quem paga e quem joga gratuito.

2. O Dark Swords também é gratuito. O jogador tem acesso à totalidade do mapa e pode fazer todo o tipo de combate (PvP e PvE). Na vertente gratuita não há qualquer limitação no equipamento, poções, quests, etc…

No Dark Swords existem alguns equipamentos pagos que são muito mais poderosos. Da mesma forma o acesso a um avatar personalizado é pago (e há alguns muito bons).

Claro que quem paga é muito mais poderoso, mas pelo que vi, no Dark Swords, os jogadores normalmente só se metem com outros do mesmo nível. Em todo o caso existe um mecanismo que só permite atacar jogadores em algumas zonas e mesmo assim a diferença de nível tem de ser de 25% (para cima ou para baixo).

3. No Dofus os jogadores no modo gratuito só têm acesso a cerca de 5% do mapa. Não podem fazer PvP e não podem ter mascotes (que dão bónus em alguns dos valores do nosso personagem). Algumas dessas mascotes só estão disponíveis quando se faz a subscrição (são um presente).

Além disso recentemente abriram um servidor especial (com o triplo da experiência e de objectos recolhidos) que é exclusivo para subscritores.

São três exemplos de jogos de base gratuita com funcionalidades pagas e nos quais nunca vi ninguém queixar-se de haver desequilíbrios por causa disso. Com excepção do Travian nos outros os mais fortes não costumam atacar os mais fracos (porque além de haver alguns mecanismos de protecção não dá pontos se houver uma grande diferença e por isso não vale a pena perder tempo). Claro que há sempre a excepção de um ou outro parvo de vez em quando.

As funcionalidades pagas são maneiras de rentabilizar um jogo, que não obrigam a pagar para se jogar, e permitem manter o jogo divertido. Não sei até se em alguns casos não ajudará até os mais novos (e logo mais fracos) a aguentarem-se melhor.

Começam hoje os World Cyber Games 2008 [Eventos]

Começa hoje (5 de Novembro) na Alemanha, na cidade de Colónia, a edição de 2008 dos World Cyber Games (WCG), que se prolongam até dia 9 de Novembro. São cerca de 800 jogadores de 74 países, alguns dos quais com grande tradição neste tipo de competições como por exemplo a Coreia do Sul (onde os videojogos são cada vez mais populares), os EUA, a Holanda e a Alemanha e o Brasil.

A selecção Portuguesa é composta por 13 jogadores vai participar em 5 modalidades das 14 existentes. Foi escolhida após as finais nacionais em Setembro no Estoril, onde estive como espectador e o ambiente era muito bom.

Esperam-se bons resultados no FIFA 2009, onde a selecção engloba o campeão europeu de 2008 (Pedro Caiado) e no jogo de corridas Need for Speed, onde faz parte da nossa selecção o 3º classificado no campeonato europeu (Rogério Barroso).

Portugal participa ainda com uma equipa de Counterstrike que é um dos jogos mais populares a nível mundial e onde por causa disso não se esperam grandes resultados.

A novidade vai mesmo para Guitar Hero e Halo 3 onde ainda é difícil fazer qualquer prognóstico devido a serem estreias este ano.

Boa sorte para a nossa selecção e vamos ver se conseguem trazer alguma medalha para casa.

Via Exame Informática.

O IRC evoluíu? [Opinião]

Quando comecei a ter acesso frequente à internet uma das coisas onde passava o meu tempo era no IRC. Isto em 1995.

Penso que o que me atraiu na altura no IRC foi a possibilidade de comunicar com outras pessoas, individualmente ou em grupo, estivessem elas em qualquer outro lugar do mundo. Tinha acabado de chegar à universidade e o IRC era bastante popular nos meios universitários de Portugal.

Com o passar dos anos o IRC começou a cair em desuso, principalmente com o aparecimento de outros meios de comunicar (como o messenger, por exemplo). Actualmente o IRC ainda existe mas tem poucos utilizadores e os que existem têm objectivos muito bem definidos não sendo o seu uso “generalizado” como na altura.

No entanto apesar de a tecnologia ter “morrido” a ideia mantêm-se e acho que está cada vez mais viva. A prova disso é o desenvolvimento de outros mundos virtuais e de diferentes comunidades online.

Na minha opinião o Second Life® acaba por ser um desses exemplos. Sei que a ideia não é muito consensual. Mas o que vejo actualmente nestes mundos virtuais é o mesmo que encontrei na altura no IRC. Grupos de pessoas a comunicar.

Claro que a evolução tecnológica permite muito mais agora do que na altura. Passou mais de uma década e computadores e ligações à internet evoluíram muito.

Actualmente em vez das janelas de texto da altura temos ambientes por vezes altamente imersivos, com gráficos muito desenvolvidos. Vemos os utilizadores a interagirem através dos avatares que mais ou menos elaborados acabam por ser uma extensão de si mesmos (ou em alguns casos uma representação do que são ou gostariam de ser). Mas no fundo o princípio é o mesmo: comunicar. Só mudou o ambiente pois a tecnologia permite mais e melhor.

Talvez num limite menos extremo tenhamos o exemplo do Twitter. Também aqui temos um conjunto de pessoas que comunicam de uma maneira muito semelhante ao que acontecia na altura com o IRC. Por vezes a semelhança é tanta que é quase um retrocesso.

Lembro-me que na altura achei o IRC muito divertido. Curiosamente ao fim destes mais de 10 anos volto a ter o mesmo sentimento com estes novos meios.

Por isso apesar de a tecnologia não ser a mesma (aliás ela ainda existe como era na altura) o espírito do que era o IRC acabou por evoluir. Mudou e aperfeiçoou-se e soube em alguns casos retirar o máximo do que a tecnologia actual permite. Em alguns casos quase não se reconhece, mas está lá a ideia.

Se o IRC evoluíu? Em espírito sim. E muito.