Imagens da nova PSP [Notícias]

E uma das novidades previstas da E3 – 2009 já escapou cá para fora.

O site Eurogamer publicou hoje algumas imagens da nova PSP.

Nova PSP

Em termos de visual é uma grande alteração. Os comandos deixam de estar de lado e ficam num painel que desliza de baixo da consola.

Pelo que já pude ver a novidade está a ter reacções algo opostas. Apesar de alguns acharem que estragou por completo o visual do que era a PSP na minha opinião não fica mal.

Não sei é se em termos de jogabilidade a colocação dos botões não será a melhor. Parece-me que estarão demasiado perto uns dos outros e que pessoas com mãos grandes terão algumas dificuldades em agarrar este novo modelo.

Em todo o caso parece-me que agora a E3 – 2009 perdeu completamente a piada.

Vale a pena a E3 – 2009? [Eventos]

E a minha resposta é já directa: não.

A E3 (Electronic Entertainment Expo) de 2009 vai decorrer entre os dias 2 e 4 de Junho, em Los Angeles. Mas é claramente um evento em declínio.

Pelo que pude perceber pela informação que corre na internet não se espera que nada de especial seja anunciado este ano. Das principais produtoras não se espera nenhuma novidade em termos de jogos, e a maioria delas limita-se a apresentar novas versões de produtos antigos.

Ao contrário da edição do ano passado, onde pelo menos estava prevista a apresentação do Warhammer Online, este ano não há nada que me chame a atenção.

Pelos rumores que circulam e pelas previsões dos “especialistas” as grandes novidades podem mesmo estar ao nível das consolas. Seja com a apresentação de uma nova versão da PSP ou com o anúncio da redução de preço da PS3.

Para mim o grande evento deste ano será mesmo a BlizzCon 2009, que terá lugar em Anaheim (USA) a 21 e 22 de Agosto, pois a Blizzard poderá finalmente lançar alguma luz sobre o novo MMO que está a desenvolver. Até à data só se sabe que não está relacionado com nenhum dos títulos anteriores da marca, o que só me deixa mais curioso.

BattleForge passa a gratuito [Notícias]

Notícias, e das boas: Battleforge passou a ser gratuito.

Battleforge

Imagem: Battleforge

O famoso RTS da EA passou a ser gratuito. Agora pode-se fazer o download gratuito e jogar de forma gratuita este jogo online baseado em cartas.

No download estão incluídos 2 baralhos de 32 cartas e estão também disponíveis todos os cenários. No entanto vão existir algumas limitações relativas a trocas de cartas e ao envio de mensagens enquanto o jogador não atingir os níveis 4 em PvE e 10 em PvP.

Em resumo tudo o que antes custava 30 Euros agora é gratuito.Ou melhor quase tudo pois os BattleForge points não estão incluídos nesta versão gratuita. Para se ter acesso a eles e a packs de expansões é necessário comprar no site oficial. E este é o modelo de negócio escolhido pela EA para sustentar este jogo.

Pode parecer uma escolha arriscada mas acho que faz todo o sentido. No início BattleForge não é um título que faça alguém arriscar 30 Euros em comprar um jogo que pode não gostar muito. E no qual ainda vai ter que gastar dinheiro se quiser ter mais algumas expansões. Com mais jogadores as hipóteses de se vender acabam por ser maiores.

Mas as vantagens de ter mais jogadores não acabam aqui. Não é segredo num jogo online que se pretende MMO é que são necessárias pessoas. Muitas. Seja para RTS seja para RPG. Isso é algo que o World of Warcraft já demonstrou. Não é preciso grandes gráficos (e muito exigentes em termos de requisitos para o sistema) mas sim servidores constantemente repletos de jogadores para se ter sucesso.

E uma coisa é certa: os servidores de BattleForge já começam a sentir o peso do aumento de jogadores. O que me leva a crer que foi uma aposta ganha. Pelo menos para já..

Quanto a mim vou aproveitar e apanhar também este comboio. Vou experimentar o jogo, pois faz-me pensar no Magic – The Gathering que eu tanto gostava de jogar. Em cartas e em computador.

Via Rock, Paper, Shotgun.

Lego Battles [Nintendo DS]

O género RTS é amplamente apreciado e os criadores da Nintendo DS esperam que também nesta consola ganhe algum peso. A ideia não é má, pois a DS até tem um interface que se adequa bem a este tipo de jogos.

Por isso o aparecimento de Lego Battles vem um bocado ao encontro desta tendência. Assume-se como um RTS em que o jogador usa a caneta da DS para seleccionar e controlar as unidades.

Lego Battles Lego Battles

O jogo recorre ao imaginário da Lego para mostrar os diferentes níveis das unidades que começam com o tema medieval passando para piratas e acabando no tema do espaço.

Mas o que parecia ser uma fórmula de sucesso talvez não vá ter o desfecho previsto. Aparentemente os utilizadores da DS não têm demonstrado uma grande apetência para jogos RTS. Além disso Lego Battles tem tido algumas criticas ao nível do aspecto geral do jogo. Não parece ser muito apelativo em termos gráficos e sinceramente também não vejo grande interesse na temática.

Por outro lado os fãs de Lego® também não estão a receber o jogo com grande entusiasmo. A falta da mecânica habitual da construção que é tão característica da Lego não está presente neste jogo. Como tal Lego Battles não apela aos fãs que de Lego apenas encontram no jogo o nome.

Por estas razões tudo me leva a pensar que Lego Battles não será o sucesso que a TT Games (a produtora deste jogo) está à espera. E que também não será um jogo muito marcante, tanto para a DS como para o imaginário de Lego®.

Via Kotaku e The Brothers Brick (um dos melhores sites sobre Lego®).

Dexter [Séries]

Fugindo um pouco dos temas que têm sido habituais aqui no blog, há algum tempo que ando para falar da que considero ter sido das melhores séries que vi recentemente.

Só pelo genérico que já vale a pena. Dos melhores que vi e com alguns pormenores fantásticos, acompanhado por uma música excelente.

Dexter

Dexter é a história de um serial killer. Mas não é um assassino normal. Durante o dia Dexter trabalha na polícia de Miami como analista forense. À noite decide fazer justiça pelas suas próprias mãos e tentar resolver as injustiças a que o sistema criminal e judicial não dá resposta.

Parece simples mas nem sempre o é. Mesmo com a excelente organização e método de Dexter como assassino nem sempre tudo corre como ele gostaria. E isso é talvez a chave do sucesso desta série.

Tem um elenco muito bom, mas a interpretação de Michael C. Hall destaca-se pela positiva. Foi mesmo talvez a melhor escolha mesmo já estando um pouco marcado pela personagem de David Fisher “Six Feet Under” (traduzido para “Sete Palmos de Terra” em Portugal). Aliás é mesmo talvez o tipo de personagem ser um pouco na mesma onda que faz resultar ainda melhor.

Quanto à série propriamente dita devo admitir que são poucas as que me conseguem cativar durante 3 temporadas sempre com o mesmo entusiasmo. Nisso Dexter foi uma agradável surpresa. É uma série muito intensa, apesar de ter muito pouca violência. Mas não é para todos os estômagos, admito, ou não fosse esta a história de um serial killer.

Quando no final da primeira temporada parecia que se estava a tornar algo monótono, e a entrar no mesmo ritmo episódio após episódio, conseguiu dar a volta e recuperar o interesse. E o mesmo acontece na segunda temporada que vai sendo cada vez mais interessante.

Como tal seria de esperar que na terceira temporada o interesse fosse diminuir. Como já disse são poucas as séries que conseguem manter o interesse e a tentação de entrar no mesmo ritmo é muito grande. Mais uma vez Dexter surpreendeu com uma terceira temporada que talvez tenha sido mesmo a mais interessante de todas. Pelo menos acho que foi a mais cativante e surpreendente em termos de enredo, com alguns reviravoltas muito interessantes. Um bocado como o final das duas temporadas anteriores, mas a durar a temporada toda.

Resumindo acho que foi das melhores séries que vi nos últimos tempos. E quem gostou de “Six Feet Under” e daquela onda um pouco mórbida e estranha de toda a série vai certamente gostar de ver Dexter.

A única coisa que me chateia um pouco e não gosto muito é no início de todos os episódios fazerem um pequeno resumo da série até ao ponto. Não é nada de grave, mas a utilidade que possa ter para ir recordando a história antes do episódio é desnecesária quando se vê quase tudo de seguida. Acaba até por ser quase anti-climático e desmotivador.

A versão que faltava de Peggle [iPhone]

Peggle está certamente entre os jogos mais viciantes alguma vez criados.

Das poucas vezes que o joguei foi com alguma dificuldade de consegui parar, pois apesar de relativamente simples, é muito divertido. É talvez dos melhores jogos casuais que existe.

E se já estava disponível para Windows, Mac OS X, Xbox 360 e Nintendo DS agora conta com mais uma versão: Peggle para iPhone.

Esta versão tem 55 níveis mas poderá no futuro ser aumentada com o recursos a extensões. Conta também com 40 desafios novos e uma sala de troféus que permite guardar os nossos resultados. Mas a maior e melhor novidade desta versão é um modo para enfrentar os nossos amigos e demonstrar a nossa perícia.

Quem quiser experimentar este jogo pode visitar o site oficial e fazer o download da demo. A versão para iPhone está disponível na App Store por 4,99 dólares, o que vale bem a pena na minha opinião.

As restantes versões estão à venda por 19,95 Euros mas além dos 55 níveis contêm 75 desafios. Apesar de mais caro também vale a pena.

Via Kotaku.

E já lá vão 2 anos [Editorial]

Não parece mas é verdade. Este é o 2º aniversário do blog AirDiogo.

Com a mudança para a plataforma WordPress no fim do primeiro ano o blog finalmente começou a ficar algo mais ao meu gosto. No entanto a parte inicial deste 2º ano ainda foi algo dedicada a experimentar plugins e temas. Acho que agora finalmente estabilizou e só muito raramente é que coloco novos plugins.

Em jeito de resumo este último ano foi muito bom. Escrevi mais de 160 artigos alguns dos quais foram muito bem recebidos. Pela primeira vez o número de visitantes passou a centena e começou até a atingir com bastante frequência as 200 visitas diárias. Mas o que mais me motivou foi mesmo o crescimento contínuo que se verificou ao longo deste tempo todo.

Visitas e Pageviews durante este 2º ano.

A inclusão no Prt.Sc ajudou em muito e algumas menções no Alt.Prt.Sc também vieram trazer novos leitores.

Claro que os campeões de visitas continuam a ser os artigos sobre o Sherwood.

Mas durante o último ano também se verificou um aumento das visitas aos artigos sobre os Router Wireless. Estes últimos tiveram um aumento de visitas principalmente pelo aumento de popularidade nos sistemas Wireless que são cada vez mais comuns nos computadores de hoje. Certamente que o aparecimento dos computadores Magalhães em muitas casas também levou ao aumento da necessidade de ter routers.

Na parte dos jogos foi o Dofus a estrela. Este jogo viu um grande aumento do número de utilizadores na comunidade de língua portuguesa, devido ao aparecimento de um servidor na nossa língua.

Curiosamente os artigos que mais gostei de escrever não foram necessariamente os que tiveram mais sucesso. Pelo menos no longo prazo.

A descoberta do Firefox Portable foi para mim um grande gozo. Veio resolver alguns pequenos problemas que tinha na altura e permite-me ter sempre o mesmo browser (com histórico, bookmarks e etc) em todos os diferentes computadores que uso.

Outro post que me deu muito prazer teve o título de “Como me estragaram uma história porreira“. Era suposto escrever um post sobre a página da Iniciativa Nacional da Banda Larga não aceitar visitas com o browser Firefox. Mas atrasei-me a escrever e o problema foi resolvido. Tornou-se numa não história, mas mesmo assim deu para escrever sobre o assunto. Visto agora com alguma distância acho que ainda me diverti mais a escrever sobre o meu falhanço do que sobre o problema propriamente dito.

E foi assim o último ano. Um blog que amadureceu mas que ainda não descobriu a sua verdadeira entidade. Apesar de continuar a ser um blog maioritariamente sobre Jogos, MMO, Second Life® e Internet, os meus interesses começaram a variar um pouco mais. Comecei a fazer algumas experiências sobre fotografia e a o meu interesse sobre séries de TV e filmes aumentou. Não sei bem se isso se vai reflectir aqui ou não (pelo menos de forma directa).

Dois anos não é muito, mas sempre é algo (mesmo que fique longe de algumas outras marcas). Não prevejo grandes alterações durante este 3º ano, pois como já disse o blog de alguma forma como que amadureceu. No entanto ainda faltam algumas coisas (como por exemplo um domínio próprio) e certamente que será durante este terceiro ano que vão acontecer.

Flores [Fotos]

Foi ainda em criança que descobri que sou terrivelmente alérgico ao pólen. Como tal flores é algo que para mim está quase fora de questão. Em especial na primavera onde sofro sempre alguns ataques de alergia.

Desde que me comecei a dedicar à fotografia descobri uma maneira muito simples de poder apreciar as flores sem os indesejados efeitos secundários.

Aqui ficam algumas das fotos que tirei nos últimos tempos.

Podem também ver todo o meu álbum de fotos de flores no Flickr!.

LouiseBrooks theme byThemocracy

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