Picasa 3.5 [Software]

Recentemente tornei-me grande fã do Picasa.

Picasa

Já era algo que utilizava há bastante tempo, principalmente para poder partilhar fotografias com amigos e família. Para isso os álbuns não listados do Picasa são talvez a melhor (e mais rápida maneira) de partilhar vários megabyte com várias pessoas. Algo que antigamente fazia por mail, com os problemas e inconvenientes associados (caixas de correio cheias, tamanho limite nos mails, etc).

Mas agora decidi também começar a usar o Picasa para ir organizando os meus álbuns e as minhas fotos todas (mais de 15.000 dos últimos 4 anos).

O que me levou a fazer isto foi a última inovação que o Picasa 3.5 (última versão disponível) veio trazer. E chama-se “Name Tags“. É um sistema que identifica as caras que existem nas fotografias e permite depois que seja associado um nome a cada cara.

Descobri que é algo muito útil, pois com o tempo as fotografias foram sendo cada vez mais e torna-se difícil encontrar as que queremos. Desta forma podemos facilmente procurar todas as fotos que temos de uma pessoa.

Outra coisa que esta nova versão introduziu foram as “Geo Tags“. Penso que o princípio é o mesmo quo anterior mas para locais. Algo que também pode vir a ser muito útil, mas que vou deixar para outra altura.

Existem ainda mais algumas diferenças nesta nova versão do Picasa, que vale a pena explorar, pois melhorou em muito a gestão das fotografias e a sincronização com o Picasa Web Albums (que permite partilhar com outras pessoas).

DOSBox Portable [MS-DOS]

Já tinha falado anteriormente do DOSBox, um excelente emulador de MS-DOS que funciona em Windows, MAC e Linux.

Descobri agora que este excelente emulador também existe na versão portable, trazido pela PortableApps.com. A vantagem da portabilidade só vem melhorar ainda mais este excelente software.

Mais um que vai directo para a minha usb pen. Até já tenho algumas utilizações em mente para ele.

Um super rato [Hardware]

Com o passar do tempo a maioria dos jogos começou a tornar-se mais exigente, sendo necessário começar a usar cada vez mais teclas e combinações de teclas para comandar os nossos personagens. Em resposta a esta tendência começaram a aparecer os gaming keybords e ratos específicos.

Um dos exemplos é o Razer Naga:

Razer Naga

Mas não é a resolução de 5600 dpi, o tempo de resposta de 1 ms ou uma tracking speed de 200 polegadas por segundo (atributos já por si notáveis) que o tornam tão especial.

O que faz do Razer Naga um extreme gaming mouse são os 17 botões que possuí, que podem ser completamente personalizados.

Para garantir a melhor experiência possível os criadores do Razer Naga criaram vários addons que permitem utilizar este extreme mouse em variados jogos.

Também dotaram este rato de uma série de perfis (ilimitados) que podem ser configurados de forma diferente. Esta característica acaba por ser ideal para quem usa diferentes tipos de personagens no mesmo jogo e usa diferentes tipos de combinações de teclas. Ou mesmo para computadores que são usados por mais do que uma pessoa.

Tudo isto por um preço de 80 dólares. Perfeitamente aceitável e razoável tendo também em conta que esteticamente o rato até é bonito.

Gran Torino [Filmes]

E porque me apetece continuar a falar de filmes chega a vez de Gran Torino.

Nunca fui grande fã do Clint Eastwood. Pelo menos do cowboy, personagem na qual me habituei durante a minha infância a ver este actor. Como realizador já comecei a gostar mais dele, apesar de conhecer mal a sua obra e até achar alguns dos títulos um pouco lamechas.

(aviso: pode conter spoilers)

Gran Torino

Imagem: The Gran Torino website

Quanto a Gran Torino é um grande filme. Temos de volta aquele Clint Eastwood que é um gajo duro. Quase um cowboy dos tempos modernos.

O personagem é um americano da velha guarda (veterano da guerra da Correia) que vê o seu bairro a deteriorar-se. E dá por si a fazer algo para alterar a situação. Quase contra a sua vontade.

Um argumento muito bom e onde Clint Eastwood sabe jogar com a idade que tem. Já com quase 80 anos, no filme aproveita isso e não tenta de forma alguma fazer-se passar por mais novo. Faz o papel de um herói sem ser um herói de acção. Ou pelo menos aquele tipo de herói de acção que estamos habituados a ver em cenas de acção.

De todo o filme o mais surpreendente para mim acaba mesmo por ser o final. (novo aviso: pode vir mais spoilers) Acaba por ser algo diferente do que esperávamos, apesar de ser uma atitude ao nível do nosso herói deste filme.

É mesmo um filme que aconselho a ver. Para quem sempre se habituou a Clint Eastwood no papel de cowboy ou polícia durão, então Gran Torino vai ser uma surpresa. Muito agradável. Um bocado ver o envelhecer do nosso ídolo mantendo o seu (mau) feitio.

Frets on Fire [Game Review]

Frets on Fire é um jogo para os amantes de música e em especial da guitarra.

Frets on Fire Portable

Imagem: PortableApps.com

É um jogo no estilo Guitar Hero, e se bem que não seja muito ao mesmo estilo é bastante divertido.

Graficamente está muito bem feito e permite alguns momentos bem interessantes de descontracção. No entanto achei que tinha pouca escolha de músicas.

Por ser para jogar num computador o interface escolhido (o teclado) não é o que melhor se adequa a este tipo de jogos, mas não deixei de reparar que a escolha das teclas permite segurar o teclado ao estilo de guitarra eléctrica. Algo que não será o mais confortável, mas deixa ter uma experiência de jogo mais interessante.

No trabalho, onde pode ser jogado pois é totalmente portable (isto é pode ser colocado numa pen usb e levado para qualquer local sem necessitar de instalação), a utilização do teclado para simular uma guitarra eléctrica não é a mais recomendada, pois certamente não será bem visto pelos colegas e chefes.

É um jogo totalmente gratuito e feito em open source.

Faz parte do software que tenho na minha pen e recomendo-o fortemente principalmente se se for o apreciador de uma boa guitarrada.

Depois de já ter jogado anteriormente o Guitar Master achei este ligeiramente inferior. No entanto a portabilidade é uma clara vantagem.

Classificação:

Inglourious Basterds [Fimes]

Apesar de ser grande fã de ver filmes não sou propriamente grande fã de ir ao cinema. Esta foi uma das ocasiões em que fiquei feliz por ter ido.

(aviso: pode conter spoilers)

Inglourious Basterds é o novo filme de Quentin Tarantino. É um filme genial. E é porque é um filme de Tarantino, por Tarantino. E como o Tarantino quer.

É daqueles filmes que de início ao fim tem o cunho de Tarantino. Por vezes marcado por alguma violência, um pouco ao estilo de Pulp Fiction e Kill Bill. E sempre filmado ao melhor estilo de Tarantino.

Com um enredo que tão depressa é previsível como de repente dá reviravoltas inesperadas. Algo que vagueia ao sabor da vontade de argumentista sem se preocupar com regras ou convenções. O resultado acaba por ser algo de genial.

Recomendo fortemente que o vão ver. Excepto se não gostarem mesmo nada de Tarantino. Nesse caso não vão gostar do filme.

Para quem ainda não teve oportunidade de o ir ver aqui fica o trailer:

(link do vídeo)

Zompocalypse [Jogar aqui]

E para relaxar um pouco nada melhor que matar uns zombies.

Um cenário simples e gráficos pouco elaborados. Poucos comandos e uma missão muito simples: matar zombies.

À partida Zompocalypse não parece nada de muito especial mas acaba por ser um jogo em flash simples e ideal para libertar alguma energia no intervalo do trabalho. Para mais do que isso não dá até porque se torna aborrecido passado algum (pouco) tempo, mesmo sendo um apreciador do género arcade.

Acho que não são precisas mais explicações.

Jogar aqui:

Classificação:

Ubuntu. Outra vez [Linux]

Depois da primeira experiência com o Ubuntu fiquei bem impressionado com este sistema operativo. Apesar de na altura o ter experimentado através de uma instalação numa Pen USB, o que implicou algumas limitações em termos de desempenho.

Desta vez o modo de instalação foi outro, assim como a versão escolhida. Se da primeira vez a escolha foi para o Intrepid Ibexa (versão 8.10) que era a mais avançada da altura, desta vez o alvo das minhas atenções foi o Jaunty Jackalope (versão 9.04), que é a versão estável mais avançada disponível.

Tal como anteriormente a primeira impressão foi muito boa. Acho que ainda gostei mais desta versão. Não sei se já havia alguma predisposição ou não mas achei-a mais fácil de utilizar.

Achei também que funcionava tudo muito melhor e os problemas que tive na primeira experiência em termos de placa wireless não se voltaram a repetir. Também me pareceu que a placa gráfica estava a funcionar muito melhor desta vez. Mas pode ter sido tudo impressão minha.

Mas devo admitir que nem tudo foram rosas. A instalação propriamente dita desta vez deu alguma luta. O primeiro problema começou com as partições do meu disco. Na altura tinha duas partições e quando fazia a instalação numa delas o Ubuntu ignorava o resto do espaço dessa partição. Assim toda a informação que tinha nessa partição ficava indisponível. Situação que não era aceitável.

Após várias experiências a instalar em partições diferentes e com tamanhos de instalação diferentes lá consegui o que pretendia. A solução passou por criar uma terceira partição onde instalei o Ubuntu a ocupar a totalidade do espaço disponível. As restantes partições ficaram visíveis na sua totalidade e toda a informação disponível. Perfeito e neste momento tudo funciona bem com um dual boot.

Aliás uma das coisas que gostei no Ubuntu é a facilidade de instalação e configuração. Além de ser muito rápido a executar todas estas operações.

Infelizmente ainda continuo com alguns problemas em conseguir configurar o Wine adequadamente para correr alguns jogos, em especial o World of Warcraft. De acordo com a documentação do Ubuntu e do próprio World of Warcraft é possível fazê-lo, apesar de eu ainda só o ter conseguido fazer com um sucesso muito limitado (corre lentamente e sem som). Como tal alguns jogos são a única coisa que me faz correr o Windows Vista.

O Ubuntu tornou-se o meu sistema operativo de escolha e o que utilizo diariamente. Na minha opinião, para a utilização que dou (principalmente internet) é bastante mais rápido e estável que o Windows, ao qual apenas recorro por causa de alguns jogos. É bastante mais rápido a arrancar e consome muito menos recursos. Tem também a vantagem de ser totalmente gratuito e ter já uma grande quantidade de aplicações próprias para Linux disponíveis.

Infelizmente muitos dos fabricantes de jogos ainda ignoram este sistema operativo (e outros também) e apenas desenvolvem para Windows. No entanto nos últimos tempos já se começou a ver, por exemplo, o aparecimento de versões para MAC de muitos jogos. Também para Linux já há alguns desenvolvimentos, o que me aumenta a esperança face ao futuro. Até porque com o crescimento na utilizações de outros sistemas que não Windows forçará os fabricantes a acompanhar o mercado de forma a sobreviver.

Dabr [Twitter]

Dabr está para a internet no telemóvel como o Power Twitter está para o Firefox.

Pelo menos é a descrição mais aproximada pois o Dabr não é um addon, mas sim uma página de internet especialmente desenhada para telemóveis. Mas o resultado final é muito semelhante, o que na prática é o que importa.

Os criadores deste serviço apresentam-no como o Twitter Mobile em esteróides. Com a vantagem de ser legal. E não ter efeitos secundários.

De momento é um das páginas que mais utilizo no meu telemóvel quando pretendo usar o Twitter.

Tem ainda a vantagem que permite escolher temas diferentes e pode ser utilizado por diferentes tipos de equipamentos móveis.

Tem até um modo de “PC/Laptop” o que torna a utilização em computador mais agradável. Como substituto à página web normal do Twitter, o Dabr oferece-se como uma excelente alternativa a quem não tem a hipótese de instalar outros clientes ou não tem disponível o Firefox com os seus addons para Twitter.

Como “pequeno” bónus o Dabr é um projecto open source, o que permite às pessoas utilizarem este software nos seus próprios servidores. Aliás é algo frequente e que foi a solução que muitos encontraram para continuar a usar o Dabr durante um ataque DDoS aos servidores do Twitter no início de Agosto e que bloqueou o acesso de alguns clientes (e o Dabr foi um deles infelizmente) aos servidores temporariamente.

Goste-se ou não, é certamente muito melhor que a página do Twitter. E apesar de para ser 100% perfeito lhe faltarem algumas funções que eu gosto é talvez o que mais se aproxima disso no campo das páginas móveis para o Twitter.

Classificação:

LouiseBrooks theme byThemocracy

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