Inglourious Basterds [Fimes]

Apesar de ser grande fã de ver filmes não sou propriamente grande fã de ir ao cinema. Esta foi uma das ocasiões em que fiquei feliz por ter ido.

(aviso: pode conter spoilers)

Inglourious Basterds é o novo filme de Quentin Tarantino. É um filme genial. E é porque é um filme de Tarantino, por Tarantino. E como o Tarantino quer.

É daqueles filmes que de início ao fim tem o cunho de Tarantino. Por vezes marcado por alguma violência, um pouco ao estilo de Pulp Fiction e Kill Bill. E sempre filmado ao melhor estilo de Tarantino.

Com um enredo que tão depressa é previsível como de repente dá reviravoltas inesperadas. Algo que vagueia ao sabor da vontade de argumentista sem se preocupar com regras ou convenções. O resultado acaba por ser algo de genial.

Recomendo fortemente que o vão ver. Excepto se não gostarem mesmo nada de Tarantino. Nesse caso não vão gostar do filme.

Para quem ainda não teve oportunidade de o ir ver aqui fica o trailer:

(link do vídeo)

Zompocalypse [Jogar aqui]

E para relaxar um pouco nada melhor que matar uns zombies.

Um cenário simples e gráficos pouco elaborados. Poucos comandos e uma missão muito simples: matar zombies.

À partida Zompocalypse não parece nada de muito especial mas acaba por ser um jogo em flash simples e ideal para libertar alguma energia no intervalo do trabalho. Para mais do que isso não dá até porque se torna aborrecido passado algum (pouco) tempo, mesmo sendo um apreciador do género arcade.

Acho que não são precisas mais explicações.

Jogar aqui:

Classificação:

Ubuntu. Outra vez [Linux]

Depois da primeira experiência com o Ubuntu fiquei bem impressionado com este sistema operativo. Apesar de na altura o ter experimentado através de uma instalação numa Pen USB, o que implicou algumas limitações em termos de desempenho.

Desta vez o modo de instalação foi outro, assim como a versão escolhida. Se da primeira vez a escolha foi para o Intrepid Ibexa (versão 8.10) que era a mais avançada da altura, desta vez o alvo das minhas atenções foi o Jaunty Jackalope (versão 9.04), que é a versão estável mais avançada disponível.

Tal como anteriormente a primeira impressão foi muito boa. Acho que ainda gostei mais desta versão. Não sei se já havia alguma predisposição ou não mas achei-a mais fácil de utilizar.

Achei também que funcionava tudo muito melhor e os problemas que tive na primeira experiência em termos de placa wireless não se voltaram a repetir. Também me pareceu que a placa gráfica estava a funcionar muito melhor desta vez. Mas pode ter sido tudo impressão minha.

Mas devo admitir que nem tudo foram rosas. A instalação propriamente dita desta vez deu alguma luta. O primeiro problema começou com as partições do meu disco. Na altura tinha duas partições e quando fazia a instalação numa delas o Ubuntu ignorava o resto do espaço dessa partição. Assim toda a informação que tinha nessa partição ficava indisponível. Situação que não era aceitável.

Após várias experiências a instalar em partições diferentes e com tamanhos de instalação diferentes lá consegui o que pretendia. A solução passou por criar uma terceira partição onde instalei o Ubuntu a ocupar a totalidade do espaço disponível. As restantes partições ficaram visíveis na sua totalidade e toda a informação disponível. Perfeito e neste momento tudo funciona bem com um dual boot.

Aliás uma das coisas que gostei no Ubuntu é a facilidade de instalação e configuração. Além de ser muito rápido a executar todas estas operações.

Infelizmente ainda continuo com alguns problemas em conseguir configurar o Wine adequadamente para correr alguns jogos, em especial o World of Warcraft. De acordo com a documentação do Ubuntu e do próprio World of Warcraft é possível fazê-lo, apesar de eu ainda só o ter conseguido fazer com um sucesso muito limitado (corre lentamente e sem som). Como tal alguns jogos são a única coisa que me faz correr o Windows Vista.

O Ubuntu tornou-se o meu sistema operativo de escolha e o que utilizo diariamente. Na minha opinião, para a utilização que dou (principalmente internet) é bastante mais rápido e estável que o Windows, ao qual apenas recorro por causa de alguns jogos. É bastante mais rápido a arrancar e consome muito menos recursos. Tem também a vantagem de ser totalmente gratuito e ter já uma grande quantidade de aplicações próprias para Linux disponíveis.

Infelizmente muitos dos fabricantes de jogos ainda ignoram este sistema operativo (e outros também) e apenas desenvolvem para Windows. No entanto nos últimos tempos já se começou a ver, por exemplo, o aparecimento de versões para MAC de muitos jogos. Também para Linux já há alguns desenvolvimentos, o que me aumenta a esperança face ao futuro. Até porque com o crescimento na utilizações de outros sistemas que não Windows forçará os fabricantes a acompanhar o mercado de forma a sobreviver.

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