Ubuntu 9.10 [Opinião]

Quando em Setembro passado me tornei utilizador de Ubuntu tornei-me de imediato fã deste sistema. Acho que a principal razão para isso foi o desempenho deste sistema ser superior aos outros no meu computador.

E se funciona melhor e mais rápido seria burrice não o utilizar só por causa de ser ou não de uma determinada marca. Foi então uma decisão consciente e baseada apenas no desempenho. Claro que infelizmente nem todos os programas que uso funcionam em Linux e por isso mantenho o computador em dual boot para poder também iniciar o Windows Vista.

Ora, muito recentemente o Ubuntu teve uma nova versão lançada. Quando o próprio sistema sugeriu a actualização decidi que apesar de o meu 9.04 funcionar bem era altura de experimental o novo Karmic Koala (9.10).

Foi um erro e uma desilusão. Em termos de desempenho e velocidade senti uma grande diferença para pior na nova versão. Principalmente ao arrancar que se tornou muito mais lento e no encerrar onde invariavelmente dava erro.

Ainda esperei cerca de uma semana, mas à medida que utilizava mais o novo sistema operativo encontrava cada vez mais problemas. Acho que finalmente atingi o meu limite com um problema no screensaver que teimava a entrar durante a exibição de filme no VLC, tornando a visualização de qualquer vídeo com mais de 10 minutos uma experiência algo estranha.

Como tal lá decidi reverter à versão 9.04, o que implicou voltar a reinstalar o sistema operativo.

Alguns dias depois lá me explicaram um pouco melhor o funcionamento das versões do Ubuntu, e finalmente compreendi porque sempre me tinha dado mal com as versões x.10. Fico também com muita curiosidade de experimentar a próxima versão, o Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx), que tem ainda a vantagem de ser uma versão de Long Term Suport.

Este artigo é muito mais uma opinião pessoal e que resulta da minha experiência de utilizador do que propriamente uma review detalhada desta versão do Ubuntu. Para isso recomendo fortemente lerem por exemplo a Análise ao Ubuntu 9.10 Karmic Koala, feita pelo Rui Brás.

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