Retrospectiva do Warcraft [Documentário]

No final de 2008 a Gametrailers lançou uma fantástica retrospectiva do Warcraft.

Em três episódios, com um total de cerca de 20 minutos, pode-se acompanhar todo o desenvolvimento deste universo, desde os primeiros Warcraft até ao lançamento do World of Warcraft: Wrath of the Lich King.

Apesar de algo longo vale a pena ver.

Parte 1 – The Drums of War

Parte 2 – A Call to Arms

Parte 3 – The Shaping of the World

shining through [Fotos]



shining through, originally uploaded by airdiogo.

The light shining through the door at Alcobaça Monastery.

“I am a video game addict” [Documentário]

(Ver vídeo)

“I am a video game addict. And it’s not because of a certain number of hours I’ve spend playing or nights I’ve gone without sleeping to finish the next level. It is because i had life altering experiences in virtual space. And video games have begun erode my own understanding of what is real and what is not. I’m addicted because even through i know I’m losing my gripe on reality i still crave more.”

Estas palavras fortes são de um viciado em jogos. Um vídeo muito poderoso em que se consegue perceber a angustia que esta pessoa sofre com a sua condição de viciado.

empty benches (b&w) [Fotos]



empty benches (b&w), originally uploaded by airdiogo.

As I stare over the small arc I notice two empty benches. It was a calm afternoon in Alcobaça, Portugal.

reflecting balls [Fotos]

reflecting balls, originally uploaded by airdiogo.

An unusual way to see the streets of Alcobaça (Portugal).

Nas ruas de Alcobaça. Uma foto diferente.

Quanto custa o conteúdo de uma carteira? [Rant]

Astúcia ou descuido? Também poderia ser o título deste post.

A astúcia foi atribuída pela Polícia aos ladrões. A segunda parte da equação é da minha responsabilidade. E assim fiquei sem a carteira e o seu conteúdo.

Foi já há um mês. Num bar de Lisboa na companhia de vários amigos. Ninguém deu por nada.

Numa fase em que já estão pedidos quase todos os documentos e cartões é altura de fazer um primeiro balanço.

No total em dinheiro os ladrões levaram 5,30€. Raramente tenho dinheiro na carteira por isso o lucro foi pequeno. E levaram uma carteira de pele, mas já (bastante) velha e um pouco estragada.

O grande prejuízo veio depois com a renovação das coisas.

Nos 3 cartões VISA/Mastercard do meu banco tive de pagar 24,94€ mais 4,99€ de IVA por cada um para os colocar na lista negra e precaver-me contra possíveis usos ilícitos. A isto acresce 7,92€ mais 1,58€ de IVA para emitirem cartões de substituição.

Em cartões Multibanco paguei 6,48€ mais 1,30€ de IVA para cada os mesmos procedimentos para cada um dos dois cartões que tenho.

Além disso ainda tive de pagar 17,44€  mais 0,70€ de imposto de selo de um outro cartão VISA que é de outra instituição.

(Sim, eu sei que tenho demasiados cartões)

Tinha dois cheques na carteira, e o seu cancelamento custou por cada 1,30€.

Mas não fica por aqui. Com o Cartão do Cidadão gastei mais 22€ para o renovar. A carta de condução foram mais 24€. O Documento Único Automóvel custou 30€. A isto juntam-se mais alguns pequenos custos com outros cartões: 5€ para o cartão da piscina e 0,50€ para o Lisboa Viva.

Há ainda mais cartões que ainda não pedi, ou que ainda não recebi e por isso não sei o custo. A maioria deles cartões de pontos ou de cliente de diferentes marcas.

Em resumo:

  • 5,30€ em Dinheiro;
  • 128,98€ de cancelamento de Cartões VISA/Mastercard/Multibanco;
  • 20,41€ para IVA e Imposto de Selo;
  • 76,00€ de vários Documentos oficiais;
  • 5,50€ para Outros cartões;
  • 2,60€ de cancelamento de Cheques.

No total gastei com a “brincadeira” um total de 238,79€. Os ladrões levaram 5,30€, os bancos 131,58€ e o Estado (com IVA, imposto de selo e renovação de documentos oficiais) levou 96,41€. Ainda foram pelo menos mais 5,50€ para outras entidades privadas.

Ainda vou ter que comprar uma carteira nova.

E depois disto, no final, fico com dúvidas de quem me roubou!

Ah, e a ZON, com a qual estou cada vez mais contente, ainda diz que me vai cobrar pela renovação do cartão myZONcard, que eu raramente uso.

PS – ainda fiquei a dever uns copos ao Pedro Pinheiro que pagou a minha conta do bar…

Aumenta a falta de qualidade no serviço ZON [Rant]

Quem me conhece sabe que normalmente até defendo o serviço prestado pela ZON. Raramente tenho ou tive razão de queixa.

E não digo isto de ânimo leve. Sou cliente da ZON (na altura ainda TV Cabo) desde 1996 no serviço clássico de televisão e desde 2002 na internet. Já mudei de casa uma vez entretanto e posso dizer que até recente não tive razão de queixa.

Quando a maioria das pessoas se queixava de interrupções no serviço isso raramente (ou nunca pelo que me lembro) me acontece. E relativamente à internet sempre funcionou bem, e à velocidade que tinha contratada (que nunca foi muito alta devo admitir).

Mas isto foi até recentemente. Desde que mudei para o serviço digital que as coisas mudaram. E para pior.

A qualidade do serviço de televisão prestado pela ZON tem vindo a piorar durante os últimos tempos. Já muita gente se queixou disso. Agora é a minha vez.

O sinal está com cada vez menos qualidade e força. O guia de programação (seja na box ou na internet) é uma lástima. É cada vez mais frequente na box não estar disponível para consulta e na box que não é HD já me conformei que raramente tem a programação. Já para não falar que na maioria das séries os episódios estão mal classificados.

Mas continua a piorar. O atendimento ao cliente atingiu agora um novo pico de falta de consideração. Como se já não fosse o suficiente demorarem demasiado tempo a atender, agora somos brindados com uma mensagem a informar que não nos conseguem atender por terem muito tráfego e que a chamada vai ser desligada. Tratar clientes assim, que eu me lembre, nem mesmo os piores serviços públicos ou os outros monopólios existem neste país.

Quanto à internet o panorama não é melhor. Sempre tive o tarifário com a menor velocidade. Nunca senti necessidade de mais. Mas a ZON insiste em aumentar o mínimo de velocidade que fornece. Ou melhor dizendo, que diz fornecer, pois são cada vez menos os dias em que se aproxima da velocidade que supostamente deveria atingir.

As coisas começam a atingir um ponto em que não tenho mais paciência. A última gota que já ameaça transbordar o copo foi a última actualização da Box HD, que ocorreu no início de Dezembro. Supostamente esta actualização de software seria para corrigir problemas. Na prática o que se viu foi serem introduzidos uma série de serviços que não funcionam. Estão lá, mas dizem que é para ficar disponível brevemente.

Para cúmulo a actualização do software na box HD introduziu um novo bug qualquer, que pelo que me foi dito por um assistente na altura estão a tentar resolver. A box ao ligar não mostra nenhum canal e é preciso insistir a mudar de canal (muitas vezes várias insistências) até que finalmente lá fica com imagem. Para não falar que frequentemente reinicia-se sozinha e perde a maioria das memórias das gravações que estão programadas. Pois passado quase um mês não há ainda solução. Alguém fez porcaria. E da grande. E não a sabe resolver.

Houve um tempo em que não havia mais nenhum fornecedor de TV por cabo e internet disponível (com velocidades e estabilidade decentes, pelo menos). Esse cenário já não é o actual. Na minha zona além da ZON já actuam a AR Telecom, Clix, MEO e mais alguns para a internet.

Os preços são em tudo semelhantes e a oferta de canais (dos que eu gosto de vez pelo menos) começa a ser muito semelhante.

É então altura de começar a pensar seriamente que talvez a ZON não me mereça como cliente. As suas últimas acções têm demonstrado que se estão puramente marimbando para os seus clientes. Além de que a qualidade do seu serviço está a ficar, no mínimo, sofrível. Para ser simpático.

Por isso ZON põe-te a pau. Qualquer dia tenho a mesma falta de consideração por ti que tens começado a querer ter por mim.

shop 6 [Fotos]



shop 6, originally uploaded by airdiogo.

A tipical portuguese shop, in Alcobaça.

True Blood [Séries]

TrueBlood

E é já na próxima terça-feira, dia 5 de Janeiro, que vai estrear em Portugal esta série. Vai ser transmitida na RTP 1 e deve passar pouco depois da 1h de terça (na prática já é quarta-feira, mas as televisões em Portugal continuam a ignorar o formato das 24h que os dias teimam em continuar a ter).

True Blood é a história de uma empregada de mesa, Sookie Stackhouse, que tem a estranha capacidade de ler mentes. A isto adicionaram vampiros e embrulharam tudo numa pacata (e por vezes até aborrecida) pequena cidade do Louisiana. Como resultado saiu talvez uma das mais interessantes séries dos últimos tempos. Uma abordagem algo diferente às tradicionais histórias de vampiros, que por vezes nos consegue cativar de uma forma estranhamente fascinante (até um pouco mórbida até).

Criada por Alan Ball, o mesmo de “Six Feet Under” (Sete Palmos de Terra, como foi traduzido em Portugal), é talvez das séries mais interessantes a sair dos últimos tempos do canal HBO.

Não é no entanto uma série para todos os gostos. Só mesmo os verdadeiros apreciadores deste género vão gostar de ver True Blood. Haverá até alguns episódios (principalmente no início) que serão algo aborrecidos e parados. Mas será fortemente compensado pela segunda metade da 1ª temporada.

É bom ver que as boas séries não passam totalmente ao lado dos canais portugueses e é uma série que aconselho fortemente. Nos EUA já vai na 2ª temporada e espero que por cá continuem a aposta nesta série e que também cheguem lá. No entanto não ficava nada surpreendido se o entusiasmo dos nossos canais desaparecer, pois como já disse não é uma série fácil. De se ver ou de se gostar.

thesixtyone [Música on-line]

Durante grande parte do meu dia oiço música. É uma companhia enquanto trabalho e ajuda a melhorar um pouco a disposição.

E se recentemente já começava a ficar um pouco farto de ouvir sempre as mesmas coisas tive a sorte de, graças ao Nuno Nunes, descobrir o thesixtyone.

No fundo o thesixtyone é mais uma rede social, desta vez dedicada à música. Os próprios músicos podem fazer o upload das suas obras e acabam por ser os próprios utilizadores do site que decidem o que gostam ou não.

Acaba pois por ser uma excelente forma de alguns dos novos artistas se darem a conhecer e divulgarem o seu trabalho, sem ficarem dependentes de editoras ou outros. Muitas das músicas são publicadas com licenças Creative Commons e pode até ser feito o seu download.

Pessoalmente tenho descoberto bastantes músicas na área do jazz que acabam por ser o ritmo ideal para acompanhar o dia de trabalho.

O próprio site é muito simples de utilizar e introduz várias vertente muito interessantes na parte social.

Uma dessas vertentes é permitir escolher as músicas favoritas (através da atribuição de um coração) e ir gravando músicas para partilhar com outros utilizadores que nos sigam nesta rede. Além disso ainda permite ter 3 músicas na nossa página inicial que achemos que valem a pena ser conhecidas.

A segunda vertente, e das que mais me atrai, é ter uma série de quests para ir fazendo. São pequenas missões ou tarefas que ao ser completadas nos permitem aumentar a nossa reputação dentro do site e ganhar mais corações para favoritar músicas. Este tipo de interacção também acaba por ter a função de nos ir dando a conhecer algumas das funções do site e “obriga-nos” a ir descobrindo coisas novas (tanto em grupos como estilos diferentes de música).

Para quem gosta de música e quer conhecer coisas novas recomendo fortemente o thesixtyone. É totalmente grátis bastando fazer o registo. Caso o façam no campo em que pede o referral ponham “airdiogo” (agradeço essa atenção).

Numa última nota, para os utilizadores do Last.fm, este site também faz o audioscrobble e mantém assim o perfil actualizado com os nossos gostos.