No dia 13 de Julho, Pedro Ribeiro fez a sua intervenção na TEDx Aveiro.
Quem costuma ouvir a Rádio Comercial e acompanha a carreira deste homem vai certamente sentir que quando há paixão pelo que se faz o sucesso é sem dúvida o único resultado possível. Vale mesmo a pena ouvir com atenção.
No outro dia ao escrever sobre a estreia do Homeland lembrei-me desta série, já um pouco antiga.
Produzida em 2005 (foi para o ar a 4 de Dezembro de 2005) pelo canal Showtime, Sleeper Cell conta a história de um agente do FBI infiltrado numa célula terrorista muçulmana a operar nos EUA.
Na altura, ainda no rescaldo dos atentados às Torres Gémeas em Nova Iorque causou alguma polémica. Provavelmente esta pressão toda esteja de alguma forma responsável por apenas terem havido duas temporadas. Em todo o caso acho que também pouca matéria havia para continuar a desenvolver o enredo e manter a história interessante. E mais vale acabar em grande do que deixar uma série ir morrendo aos poucos e ficar marcada pela desilusão e banalização.
Com Michael Ealy no papel do agente do FBI Darwyn al-Sayeed, desenvolve-se à volta dos esforços deste homem (e da equipa do FBI a ele ligado) para impedir um ataque terrorista em solo americano. Acaba por ser uma história interessante e bem desenvolvida, sem andar às voltas como muitas vezes acontece em algumas séries de maneira prolongarem-se no tempo.
Foi portante uma série que acompanhei com gosto. Lembro-me que o final da primeira e toda a segunda temporadas foram muito empolgantes. Não é de estranhar pois o canal Showtime já é sinal de qualidade há algum tempo.
Se conseguirem apanhar esta série aconselho fortemente que a vejam.
Não sou daqueles grandes fãs de cinema que vai regularmente ao cinema. Os dedos de uma mão devem chegar para as vezes que vou ao cinema por ano.
Curiosamente das duas últimas vezes que fui ao cinema foi sempre na minha terra natal: Santarém. Os cinemas são da Castello Lopes e em ambas as vezes utilizei a bilheteira online.
A sala não é nada de especial, e das duas vezes o filme foi em 3D. Qualidade aceitável de imagem, com boa qualidade de som, e o comportamento do público a ficar bem acima do que me costuma acontecer em Lisboa.
Mas este post é sobre a bilheteira online. Da primeira vez que a utilizei (e já foi há algum tempo) foi apenas para reservar. Foi depois preciso chegar com 30 minutos de antecedência para comprar os bilhetes. Tem um balcão dedicado a este efeito e o processo é relativamente pacífico e funciona bem. Faço só a ressalva de já ter sido há muito tempo (o filme na altura foi o Avatar só para terem um enquadramento temporal) e foi no W Shopping em Santarém.
A segunda vez que utilizei foi hoje. O filme foi os Smurfs em 3D e a sala foi novamente a mesma.
Desta vez decidi logo comprar os bilhetes online.
O site funciona bastante bem e escolher o cinema e o filme é fácil. Escolher a quantidade e o tipo de bilhetes não apresenta qualquer dificuldade tal como o pagamento que só está disponível para cartão de crédito.
No final do processo é dada uma referência de identificação da compra. Optei por imprimir a folha para depois apresentar na bilheteira (era Domingo e o balcão dedicado a estes assuntos estava fechado). Confirmado o nome da compra os bilhetes foram-me entregues em problemas e funcionou tudo bem.
No meio deste processo todo, e apesar da eficiência e facilidade só acho que apesar de tudo houve uma falha. Devia ser possível imprimir o bilhete logo em casa até porque já o tinha pago. Assim ainda tive de me dirigir à bilheteira e estar na fila tal como todos os outros clientes, apesar de já ter pago. Acabou por ser indiferente pois até queria umas pipocas e uma água. Não deixa no entanto de ser um pouco contrário à ideia geral de fazer a compra online e evitar a ida à bilheteira e estar na fila à espera.
Quase perfeito todo o processo. Fica no entanto este pequeno reparo.