Já aqui falei várias vezes do World of Goo, que além de ter sido uma das grandes surpresas de 2008 é também dos jogos mais viciantes que conheço (a avaliar pelas reacções das pessoas que conheço).
E agora este jogo ainda ficou mais acessível. Pelo preço à escolha.
É um jogo no estilo Guitar Hero, e se bem que não seja muito ao mesmo estilo é bastante divertido.
Graficamente está muito bem feito e permite alguns momentos bem interessantes de descontracção. No entanto achei que tinha pouca escolha de músicas.
Por ser para jogar num computador o interface escolhido (o teclado) não é o que melhor se adequa a este tipo de jogos, mas não deixei de reparar que a escolha das teclas permite segurar o teclado ao estilo de guitarra eléctrica. Algo que não será o mais confortável, mas deixa ter uma experiência de jogo mais interessante.
No trabalho, onde pode ser jogado pois é totalmente portable (isto é pode ser colocado numa pen usb e levado para qualquer local sem necessitar de instalação), a utilização do teclado para simular uma guitarra eléctrica não é a mais recomendada, pois certamente não será bem visto pelos colegas e chefes.
É um jogo totalmente gratuito e feito em open source.
Faz parte do software que tenho na minha pen e recomendo-o fortemente principalmente se se for o apreciador de uma boa guitarrada.
Depois de já ter jogado anteriormente o Guitar Master achei este ligeiramente inferior. No entanto a portabilidade é uma clara vantagem.
E para relaxar um pouco nada melhor que matar uns zombies.
Um cenário simples e gráficos pouco elaborados. Poucos comandos e uma missão muito simples: matar zombies.
À partida Zompocalypse não parece nada de muito especial mas acaba por ser um jogo em flash simples e ideal para libertar alguma energia no intervalo do trabalho. Para mais do que isso não dá até porque se torna aborrecido passado algum (pouco) tempo, mesmo sendo um apreciador do género arcade.
Esta edição especial é baseada no World of Warcraft, que serve de cenário de fundo para os 10 níveis que agora são oferecidos de forma gratuita. Não confundir com o addon para o WoW do jogo Peggle, apesar de ter sido criada por causa do grande sucesso que o jogo teve dentro do World of Warcraft.
Esta nova versão agora lançada é para PC e além dos 10 níveis permite ainda jogar contra um amigo em Dual mode.
Afinal a aposta da EA em não colocar DRM no The Sims 3 foi ao que parece um sucesso. Apesar de o jogo ter estado disponível na versão pirata muito antes da versão oficial tudo indica que a qualidade da versão pirateada é muito inferior e está com bastantes bugs.
E não foi a versão pirata que impediu The Sims 3 de ser um sucesso. Isto só vem reforçar que um bom jogo vende e que utilizar técnicas anti-pirataria que prejudicam os consumidores nem sempre é boa ideia ou tem sucesso.
O género RTS é amplamente apreciado e os criadores da Nintendo DS esperam que também nesta consola ganhe algum peso. A ideia não é má, pois a DS até tem um interface que se adequa bem a este tipo de jogos.
Por isso o aparecimento de Lego Battles vem um bocado ao encontro desta tendência. Assume-se como um RTS em que o jogador usa a caneta da DS para seleccionar e controlar as unidades.
O jogo recorre ao imaginário da Lego para mostrar os diferentes níveis das unidades que começam com o tema medieval passando para piratas e acabando no tema do espaço.
Mas o que parecia ser uma fórmula de sucesso talvez não vá ter o desfecho previsto. Aparentemente os utilizadores da DS não têm demonstrado uma grande apetência para jogos RTS. Além disso Lego Battles tem tido algumas criticas ao nível do aspecto geral do jogo. Não parece ser muito apelativo em termos gráficos e sinceramente também não vejo grande interesse na temática.
Por outro lado os fãs de Lego® também não estão a receber o jogo com grande entusiasmo. A falta da mecânica habitual da construção que é tão característica da Lego não está presente neste jogo. Como tal Lego Battles não apela aos fãs que de Lego apenas encontram no jogo o nome.
Por estas razões tudo me leva a pensar que Lego Battles não será o sucesso que a TT Games (a produtora deste jogo) está à espera. E que também não será um jogo muito marcante, tanto para a DS como para o imaginário de Lego®.
Peggle está certamente entre os jogos mais viciantes alguma vez criados.
Das poucas vezes que o joguei foi com alguma dificuldade de consegui parar, pois apesar de relativamente simples, é muito divertido. É talvez dos melhores jogos casuais que existe.
Esta versão tem 55 níveis mas poderá no futuro ser aumentada com o recursos a extensões. Conta também com 40 desafios novos e uma sala de troféus que permite guardar os nossos resultados. Mas a maior e melhor novidade desta versão é um modo para enfrentar os nossos amigos e demonstrar a nossa perícia.
Quem quiser experimentar este jogo pode visitar o site oficial e fazer o download da demo. A versão para iPhone está disponível na App Store por 4,99 dólares, o que vale bem a pena na minha opinião.
As restantes versões estão à venda por 19,95 Euros mas além dos 55 níveis contêm 75 desafios. Apesar de mais caro também vale a pena.
A ser verdade vai tornar o World of Warcraft verdadeiramente jogável em qualquer lado, tudo com apenas um telemóvel.
Apesar de ser um interface bastante mais simples que o do próprio jogo pelo que pude ver no vídeo permite jogar World of Warcraft quase com todas as potencialidades.
Convém lembrar que a colecção The Sims é um grande sucesso de vendas da EA e que os resultados do SPORE ficaram muito aquém do previsto em parte devido à controvérsia à volta do DRM. O jogo foi severamente penalizado nas análises do público em parte devido à questão dos DRM.