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Momentos épicos [Star Wars]

Um gajo chega ao El Corte Ingles de Lisboa e a primeira coisa que vê é o Darth Vader a vir na minha direcção nas escadas rolantes.

O que fazer?

Apesar da atrapalhação inicial lá se fez luz. Usar o telemóvel e tirar uma foto.

Um momento épico destes tem de ficar registado para a posteridade.

Depois disto houve um pensamento que me acompanhou o resto da noite: “Welcome to the dark side!”

Digam o que disserem, o Darth Vader é o melhor vilão de todos os tempos.

Computador novo [Compras]

E lá teve que ser.

O velhinho ACER, que já remontam aos finais de 2007, começou a acusar a idade. Podem pensar que não é muito 2 anos, mas para um portátil que custou 400€ (era o mais barato que havia na altura) acabou por se revelar muito à altura. Até ao ano passado pelo menos.

A opção por um portátil mais barato implicou que os materiais utilizados tinham qualidade um pouco inferior. E isso acabou por se notar. Ao fim de pouco mais de um ano a ventoinha já parecia um pequeno avião a descolar, tal era o barulho que fazia. Já para não falar que o processador (um Pentium a 1,8Ghz) começou a ter que trabalhar em excesso para ir acompanhando a evolução do software.

O resultado acabou por ser sobreaquecimento. Mesmo depois de comprar uma base de alumínio, com ventilação forçada, pouca diferença fez. Este aquecimento começou então a afectar alguns dos componentes do hardware.

A primeira peça a queixar-se foi a placa gráfica. Algo lhe aconteceu que o ecrã começou a ficar com riscos verticais. Ainda liguei um monitor externo para verificar que seria da placa gráfica ou do monitor do portátil, mas rapidamente percebi que era mesmo da gráfica.

A solução já se sabia qual era. Seria altura de investir num computador novo.

Desta vez optámos por gastar um pouco mais e comprar algo melhor, e com mais qualidade.

A escolha acabou por ir para à Compaq. Marca nossa conhecida e com provas dadas (o nosso computador fixo tem 11 anos e não avaria nem por nada, o que o torna quase inútil tão desactualizado que está, mas adiante).

O modelo escolhido foi o Compaq Presario CQ71-410EP. Um portátil com um processador T6600 a 2,4Ghz. E um ecrã de 17″. O preço ficou-se pelos 700€ (menos 1€ ou coisa assim, que já se sabe como eles manipulam estas coisas para parecer mais barato).

E já com o novo Windows7 que me parece muito melhor que o Vista que me assombrou a vida durante estes últimos anos.

Até ao momento estou muito satisfeito, apesar de ainda não ter sequer 1 mês. Mas já se mostrou à altura dos desafios. Se durar pelo menos dois anos já fico satisfeito, apesar de estar confiante que vai durar muito mais.

O sonho de ter um computador da marca da maçã teve mesmo de ser adiado. As opções minimamente razoáveis começam quase no dobro do que este custo, e apesar de a vontade já ser grande a razão de momento ainda o impede.

Anos palíndromo [Curiosidades]

A matemática sempre me fascinou e muitas das pequenas curiosidades que produz chamam-me a atenção.

Foi o caso dos anos palíndromo. Após um tweet do Pedro Couto e Santos sobre o assunto deparei-me com esta questão.

A maioria das pessoas apenas apanha, ao longo da sua vida, um ano palíndromo. Ou seja, apenas apanha um ano em que o número pode ser lido da esquerda para a direita ou ao contrário com o mesmo resultado.

Existem no entanto algumas excepções. Quem actualmente tiver mais de 18 anos é um desses casos.

Tanto o ano de 1991 como 2002 foram anos palíndromo. Normalmente esta sequência só ocorre de a cada 110 anos. Mas a cada milénio há uma diferença e o intervalo reduz-se para 11 anos.

Nenhum de nós vai voltar a ver este acontecimento, excepto se viver até 3003, exactamente 11 anos após 2992. Como é pouco provável que alguém atinja a idade de 1012 esta pequena curiosidade matemática vai mesmo ficar esquecida mais alguns anos.

Geocaching [Hobbies]

Um dos hobbies que comecei recentemente foi o Geocaching. É um jogo (ou actividade se preferirem) ao ar livre onde recorrendo a aparelhos GPS se procuram “tesouros”, denominados de caches.

O objectivo está longe de ser o enriquecimento se foi nesse tipo de tesouros que pensaram. O foco desta actividade é mesmo o contacto com o ar livre e a aventura que resulta da procura das caches.

Inicialmente usava o meu telemóvel NDrive S300, que está equipado com receptor GPS. Apesar de ser razoavelmente preciso é muito lento a actualizar a posição, o que se revelou pouco prático para o Geocaching. Felizmente o iPhone neste campo já é muito melhor, mas tem o problema de a bateria não aguentar muito tempo.

E se até recentemente tempo estava pouco activo nesta actividade tive a sorte de ter um colega que também gosta desta actividade. E como tal nos últimos tempos o número de caches que descobri tem aumentado exponencialmente. Em parte também graças ao GPS que ele tem que serve mesmo para este tipo de actividades.

A semana passada (aproveitando a tolerância de ponto de dia 13) tive a oportunidade de fazer um dos power trails (conjunto de várias caches que ficam no mesmo trilho e podem ser facilmente feitas de seguida) que existem na margem sul do Tejo. Numa só tarde foram 16 caches (e só não foram mais porque algumas estavam desactivadas ou desaparecidas). Foi uma experiência muito divertida e feita na companhia dos meus colegas que entretanto também aderiram a esta actividade.

Foi também talvez o que me fez passar a levar o Geocaching um pouco mais a sério e a aumentar substancialmente o meu entusiasmo. E já há planos para fazer muitas mais caches entretanto.

E também já comecei a procurar por um GPS que seja mais adequado ao Geocaching e que fique com o preço em conta. Talvez recorra a um em 2ª mão se conseguir encontrar um bom negócio.

Mais informações em:

Geocaching.com

Geopt.org

Geocaching@PT

Venha mais um 1 [Editorial]

O tempo passa quando nos estamos a divertir e também quando estamos ocupados.

Parece que foi ontem, mas este blog completa hoje mais um ano. E a brincar já lá vão 3.

E como tal é altura de mais um pequeno balanço, à semelhança do ano anterior.

Ao contrário do que aconteceu o ano passado, este ano não foi de crescimento. A principal razão foi mesmo a falta de posts colocados no blog. Após Julho de 2009 o ritmo a que escrevi aqui diminuiu bastante.

Razões: muitas. Já se sabe que os micro-blogs e as redes sociais têm uma pequena culpa. Ou grande.

Mas a principal razão acho que é mesmo a falta de tempo e de assuntos para escrever. Isso aliado a uma indefinição sobre o destino temático do blog andam a causar uma grande pausa no número de posts.

Em todo o caso aqui fica o registo de mais um ano. O futuro logo se vê, que agora não há nem muito tempo nem muita vontade de pensar no assunto.

O fim do Prt.Sc [Blogs]

E foi com alguma tristeza que recebi a notícia do fim do agregador de blogs PrintScreen.

Não foi uma total surpresa, pois verdade seja dita era um projecto que já estava algo abandonado. Em parte pelos responsáveis (veja-se a página inicial que tinha os mesmos artigos desde há vários meses), mas também em  muito pelos vários blogs que começaram a gradualmente escrever menos e menos.

As causas desta redução de posts são conhecidas. Também por aqui se notaram. Falta de tempo, novos projectos e claro o microblogging (Twitter e Facebook principalmente). Como já alguém disse em parte estes novos fenómenos sociais vieram limpar os blogs de conteúdos menos elaborados. Mas também fizeram perder algum do entusiasmo.

Entretanto, e de acordo com as informações dadas, o Prt.Sc continua mas em formato vídeo (com o formato do Alt.Prt.Sc). Dizem ser o futuro. Não sei. Acho pouco provável, pelo menos por agora e nos próximos tempos se as condições se mantiverem. Mas o mundo muda assim como os gostos e vontades, pelo que não me comprometo em dizer mais nada.

Foi bom enquanto durou. Vamos ver se aparece mais alguma coisa entretanto que substitua este vazio que o fim do Prt.Sc vai causar. Até lá a solução será seguir os vários blogs individualmente através dos seus respectivos feeds.

O Gato das Botas [Teatro]

E para variar um pouco vou falar de teatro. Mais precisamente teatro infantil. E por duas razões.

Primeiro porque é uma peça bastante engraçada. Foi a segunda vez que fui ao Centro Cultural da Malaposta ver teatro infantil. E após ter visto a peça “João e o Pé de Feijão” ia com as expectativas algo elevadas. E conseguiram superar as minhas expectativas. Gostei ainda mais desta peça do que a anterior. Talvez porque gosto bastante da história do Gato das Botas já desde a minha infância (costumava ouvir uma versão em brasileiro em vinil, que ainda tenho). Ou então porque ainda foi mais engraçada e bem representada que a anterior. Muita boa disposição e bastantes músicas. Tudo por um grupo de teatro do qual começo a gostar cada vez mais.

A segunda razão que me leva a falar desta peça foi a atitude perante as habituais máquinas fotográficas e a recolha de imagens. Como é costume no verso do bilhete consta o aviso que a recolha de imagens é proibida. Nada de novo aqui.

A minha surpresa foi quando começa a peça. Os actores anunciam que é permitido tirar fotografias. Sem restrições. Uma atitude pouco comum em Portugal mas bastante louvável. Se já era fã deste grupo de teatro mais fã fiquei. E mal posso esperar por ir ver a próxima peça.

Foi também a minha primeira oportunidade de fotografar em ambiente escuro e com iluminação de palco. Não é tarefa fácil. O uso de flash estava fora de questão. Perturbava um pouco a peça e a distância ao palco ia tornar o seu uso inútil.

A solução passo então por usar aberturas f-stop bastante altas (f-3,5 que é o melhor que a minha objectiva faz) associadas a ISO altos. Variei entre 800 e 1600, o que introduz algum ruído na imagem mas permite ter tempos de exposição baixos e não ter as imagens todas desfocadas pelo movimento.

Já dei uma primeira vista de olhos pelas cerca de 100 fotos que tirei e aproveitam-se cerca de 20. Não é mau, especialmente tendo em conta que fiz muitas experiências com diferentes configurações e que foi a primeira vez que estive perante este tipo de condições.

MEO vs ZON [comparativo]

E agora que já passou a primeira semana de utilização do MEO é altura de fazer um pequeno comparativo com o serviço que tinha da ZON. Não é uma comparação objectiva, nem sequer compara ofertas exactamente iguais. É mais comparar opiniões e sentimentos.

Com a ZON tinha o serviço Fantastic Life com internet de 18Mb por cabo normal. No MEO optei pela Fibra 20Mb.

Há logo aqui algumas diferenças, mas vou ter isso em conta. Aqui fica então a opinião sobre os 3 serviços que tenho contratados.

  • Telefone

Começamos pelo menos interessante. Pelo menos para mim.

Telefone. Está quase tudo dito. A ZON tinha um número que começava por 30 e agora no MEO começa por 21. Menos esquisito, mas ligeiramente irrelevante.

Na ZON tinha chamadas ilimitadas para a rede fixa no período nocturno. No MEO tenho chamadas ilimitadas para números começados por 2 durante todo o dia. Isto pelo mesmo preço.

  • Televisão

Começamos a entrar na parte que me importa. Televisão. Gosto de ver, e raramente tenho os canais nacionais ligados. As preferências vão para documentários, séries e canais infantis.

Nos canais infantis é quase a mesma coisa. Panda e Disney iguais. Perdi o Nickelodeon e ganhei o JimJam. Prefiro o segundo e acho-o mais apropriado e interessante. Acho que também tenho a KSIC no MEO mas nem me dei ao trabalho de a ver ainda.

Em termos de canais documentários o MEO é mais fraco na quantidade. Na prática não me faz muita diferença porque os que gosto estão lá e chegam-me perfeitamente.

Canais de séries estão ela por ela. O MEO tem o SciFi a mais. Ainda não lhe dei muita atenção porque não é dos meus temas favoritos. Nos restantes (FOX e derivados e AXN) ficam empatados.

Quanto à quantidade de canais não vale bem a pena comparar números. Acho que a ZON tinha mais, mas verdade seja dita a maioria deles não interessava. Nos canais essenciais ficam empatados com a diferença que no MEO sem precisar de uma box tenho acesso a 70 canais. Fica a ganhar à ZON.

A box DVR-HD é muito semelhante de um para o outro, se bem que preferia um pouco os menus da ZON. Talvez por estar mais habituado.

Na qualidade da imagem voltam a empatar, se bem que acho que alguns dos canais do MEO têm uma imagem mais escura. Impressão minha ou não é algo que já me incomodou mais, e ou já me habituei ou era mesmo impressão.

De referir que desde o início de Dezembro que uma actualização do software da box da ZON deu problemas (que ainda não estavam resolvidos) e que falhava gravações, reiniciava durante a programação e mais uma série de erros irritantes ao ligar.

  • Internet

Chegamos talvez à parte mais importante. Pelo menos para mim.

Aqui é talvez onde reside a maior diferença nos dois serviços comparo. A ZON era por cabo e a 18Mb. O MEO por é por fibra e a 20Mb.

Claro que o MEO se revelou mais rápido. Mas ainda mais importante é que as velocidades médias se aproximam muito mais dos máximos contratados no caso do MEO que na ZON. Normalmente no MEO estão sempre acima dos 18Mb de download e na ZON costumava rondar os 14Mb. Aqui perde claramente a ZON (não por ser mais lento em termos absolutos mas porque se afastava mais do máximo contratado).

Tenho também a impressão que a utilização intensiva de vários computadores no caso do MEO compromete menos a velocidade e que esta se mantém alta para todos. Mas é apenas uma impressão e não tenho qualquer dado que o comprove.

  • Resumo final

Em termos finais devo admitir que estou muito mais satisfeito com o MEO do que com a ZON. Mesmo pesando as diferenças nos serviços contratados e tentando analisar apenas o desempenho relativo face ao prometido por casa um deles.

De referir apenas uma pequena (grande) nódoa no serviço do MEO que começou logo mal. Durante quase 2 dias não tive internet e telefone. Isto por causa de problemas nos servidores deles que impediam o registo do modem. Situação algo aborrecida e que demonstrou alguma fragilidade técnica.

Na ZON o máximo de tempo sem serviço ao longo dos vários anos acho que não chegou sequer ao que o MEO já falhou durante quase 2 semanas.

Vou acreditar que foi uma situação rara e imprevisível, até porque vários outros clientes com MEO não tiveram problemas (um deles num prédio quase em frente ao meu).

World domination

A partir de agora desde www.airdiogo.com

Finalmente a compra do domínio. Já era para ter sido feito há mais tempo mas foi sempre sendo adiado.

(E agora o post no sítio certo também).

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Data especial. E número redondo. Gosto. Mas mais importante sinto-me bem com isso.

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