Category: Tecnologia

Alguns grandes exemplos de realidade aumentada

Se há uns anos atrás a realidade aumentada ainda era uma tecnologia pouco acessível e de utilização complicada, especialmente por causa do requisitos de hardware, hoje tudo mudou.

Com a proliferação de dispositivos móveis, principalmente smartphones e em alguma medida também os tablets, é cada vez mais fácil utilizar esta tecnologia no mundo real. Basta haver vontade.

Aqui ficam alguns exemplos de utilização de realidade aumentada.

(ver o vídeo)

Via BigPinots.

E assim se andam a educar (e bem) as gerações futuras

Educar as gerações futuras não é tarefa fácil.

Quando eu nasci não havia computadores (ou pelo menos eram poucos e ocupavam quase sempre uma sala). E tive de ser educado por uma geração anterior que também não viveu essa realidade. Por isso muito teve de ser à minha custa. Acabei mais por ser um autodidacta.

Felizmente os tempos mudaram. Assim como muitas mentalidades.

A educação para a tecnologia começa cada vez mais cedo. Acho bem. É algo que faz parte das nossas vidas, vai cada vez ter um papel maior (apesar de não ter necessariamente de a dominar, mas isso era outro post) e vai ser cada vez mais importante para conseguirmos viver no mundo moderno.

Por isso é com grande orgulho que vejo crianças de 4 anos a terem a sorte de terem uma educadora como a Ana Dominguez.

É quando vejo crianças de 4 anos a ter aulas sobre robótica que tenho orgulho nesta geração de educadores. Uma geração com a mente aberta. Uma geração disposta a ensinar. A preparar as futuras gerações.

Fausto Ferreira na #sala4 - foto retirada do blog da Ana Dominguez

 

Já vou conhecendo a realidade da #sala4 há algum tempo. Sigo as peripécias destes pequenos (foi mais dos anteriores que o tempo não tem sido o mesmo) com algum entusiasmo. Muitos deles estão no Twitter com mais maturidade e interesse que outros utilizadores.

Por isso talvez não tenha estranhado a presença do professor Fausto Ferreira (actualmente a fazer um doutoramento em robótica em Itália). Tal como não estranhei a reacção dos pequenos, tanto no entusiasmo como na facilidade em lidar com toda a matéria.

Só devia era estranhar isto não se fazer em mais sítios.

E nisso a Ana Dominguez está de parabéns. Está a educar uma geração melhor. Mais preparada. E isso não tem preço.

Obrigado.

Petição online contra o #PL118 (actualizado)

Edit: A primeira versão da petição não continha os números do BI dos assinantes, não tendo por isso valor legal. Para corrigir essa falha foi criada uma nova petição, que se solicita que todos os que assinaram a primeira voltem a assinar.

A minha posição pública sobre o Projecto Lei 118-XII, ou #PL118, já é pública e falei dela aqui na semana passada.

Mas só falar não chega, e apesar de acreditar que as vozes de protesto, mesmo que apenas online já estão a chegar a algum lado, aqui fica mais uma sugestão de acção contra esta lei injusta para o consumidor, que em pouco beneficia os verdadeiros autores e que é totalmente desajustada à evolução tecnológica e a um país em crise.

Foi lançada uma petição online contra o PL118. O objectivo é atingir as 4.000 assinaturas (já se passou a meia marca).

Basta visitar a Petição Online e assinar a mesma (confirmando depois através do link que se recebe no email).

Como diz o site “pessoalmente concordo com esta petição e acho que também vais concordar”.

(PS – Pode-se ir acompanhando através do blog da Jonasnuts todos os links para este assunto.)

PL118

O Projecto Lei 118, ou mais vulgarmente conhecido como a Lei da Cópia Privada foi apresentado na Assembleio da República pelo PS. Facto até irrelevante pois parece que todos os restantes partidos políticos com assento parlamentar apoiam a iniciativa.

Tanto quanto sei apenas o Bloco de Esquerda colocou algumas dúvidas ao formato em que foi apresentado, apesar de na generalidade apoiar a iniciativa.

No fundo admito que não tenho acompanhado esta “novela” com a devida atenção, e já se sabe que nesta coisa da política tudo é dito de forma vaga e geral e que afinal o que foi dito não era bem o que foi dito mas sim algo que se queria dizer e não se disse. O costume.

O que tenho acompanhado com mais atenção tem sido o que se passa na blogosfera. Ou pelo menos em parte dela (admito que não leio blogs de carácter político).

Já muito foi dito sobre o PL118, e podem ir acompanhando os vários links que falam do assunto nesta complilação sobre o #PL118 que a Jonasnuts vai reunindo.

Por isso pouco mais tenho a acrescentar sobre o assunto. Não posso no entanto deixar de registar a minha discordância com esta ideia, absurda para dizer o mínimo, que é criar uma taxa que em nada beneficia os verdadeiros autores.

Mais ainda vai obrigar muitos a pagar em duplicado por alguns conteúdos (basta ver o caso da música comprada no iTunes ou outra qualquer loja online). Isto não é pirataria. E os autores estão a ser remunerados pela compra. Então porquê pagar novamente por algo que já se pagou?

Mas o ridículo não acaba aqui. Se eu comprar um cartão SD para a minha máquina fotográfica vou pagar essa taxa. E quando colocar as minhas fotos no disco externo vou pagar essa taxa no equipamento que comprar. O único “artista” envolvido sou eu. Mas o único “artista” envolvido vai pagar a taxa.

E entretanto outros (e reparem que aqui não aplico o termo artistas pois tenho sérias dúvidas se esses irão ver algum cêntimo desse valor) vão ganhar com isso. Vão ganhar com o meu trabalho. Com as minhas criações.

Na realidade já o fazem. Só vai passar a ser de uma forma ainda mais verdadeiramente vergonhosa. Ou será se o material de armazenagem (cartões, discos externos, etc…) forem comprados em Portugal, pois já se está a ver onde isto vai levar o pessoal a fazer compras.

Foi também sugerido que deveriam ser os vendedores a absorver essa taxa e manter o preço de venda. Parece interessante, mas e de acordo com a previsão do Celso Martinho, em 2020 um disco de 14Tb custará cerca de 30€ e pagará 280€ de taxa de acordo com esta lei. Feitas as contas o vendedor para absorver a taxa vai ter um prejuízo para me vender um disco externo. Não me parece um princípio muito bom para uma empresa que queira dar lucro.

Mas porquê só vir agora falar disto? Em parte porque o trabalho tem-me ocupado grande parte do dia. E no tempo livre outros projecto (porque ainda não desisti deste país) ocuparam o pouco tempo livre.

Em resumo classificar esta lei, e muitas das declarações sobre elas proferidas, como uma imbecilidade é ser simpático.

Só sei que tudo isto me faz ter pena e vergonha de viver neste Portugal.

Estamos em crise. Precisamos de soluções. E só vejo uma série de incompetentes a mandar e a ter ideias idiotas.

Assim não vamos lá.

Assim cada vez menos as pessoas vão acreditar na politica e nos políticos.

Assim não.

The eyeborg documentary

Através do blog do João Bordalo vi este pequeno documentário bastante interessante.

A questão da criação de um cyborg não é novidade e há muito tempo que é um sonho da humanidade. O potencial de substituição de partes do corpo humano perdidas por causa de doenças ou acidentes é uma das principais aplicações. Mas, e o documentário levanta a questão apesar de não a aprofundar, o que nos impede de substituir partes funcionais e em bom estado.

Independentemente das questões éticas e da reflexão que merece, este documentário pretende mostrar alguns dos avanços feitos em alguns do campos na construção de próteses. Admito que apesar de já conhecer alguns dos equipamentos fiquei surpreendido com o avanço em alguns dos campos e o grau de sofisticação que já se alcançou.

Esfera voadora

Com um aspecto muito semelhante à famosa Death Star, este pequeno gadget iria fazer as delícias de qualquer geek.

Mas apesar de ter sido desenvolvida pelo Ministério da Defesa Japonês não está assim tão inacessível como isso. Todas as peças com que foi feita estão disponíveis comercialmente. E o preço total ronda os 1.400 dólares americanos.

Quanto ao desempenho esta máquina apresenta alguns números muito interessantes: vai dos 0 (ou seja consegue pairar como um helicóptero) aos 60 km/h, pesa apenas 350 gr e tem um diâmetro de 42 cm.

A única coisa que me ocorre dizer é: QUERO!!!

Via Pedro Aniceto.

iOS 5 e iPhone 4S

E na terça-feira passada foi dia da keynote da Apple. Dia dos fanboys andarem em pulgas para saber as novidades da marca da maçã.

Não escondo o meu gosto pelos produtos Apple. Só não tenho mais por causa do seu preço algo puxado.

Foi com prazer que finalmente fiquei a saber a data para o lançamento da novidade que mais esperava da Apple: o iOS 5. E é já no dia 12 de Outubro que é lançado.

Quando ao esperado iPhone 5 que afinal não veio ou à nova versão do iPhone 4S pouco interesse tenho, de momento neles. Não é que não gostasse de ter um desses novos equipamentos. Mas com o contrato de permanência do meu iPhone 3Gs a acabar apenas em Fevereiro, de momento é ainda cedo para pensar em mudar.

E mesmo em Fevereiro não me parece que actualize para o novo modelo. Não que não gostasse, mas porque o dinheiro não nasce das árvores (nem eu tenho espaço num apartamento para ter árvores). Por isso qualquer inovação ou característica fantástica que o novo ou o próximo iPhone possam ter pouco me interessa de momento.

Quando for altura de mudar então procuro saber mais sobre o assunto.

Até lá venha mas é o iOS 5 que é das coisas que me está a deixar com muita curiosidade de experimentar.

Duracell myGrid

Através do Aberto até de Madrugada fui alertado para uma grande promoção na Amazon UK.

Já tinha ouvido falar do Duracell myGrid. Este dispositivo permite carregar até 4 telemóveis ao mesmo tempo.

É uma base com vários contactos eléctricos e quando combinados com capas próprias nos telemóveis estes podem ser carregados através de contacto, bastando para isso serem colocados em cima da plataforma.

E estando com um desconto de de 75% foi a altura certa para comprar este pequeno acessório de gadget. E aproveitei logo para comprar duas unidades, que mesmo assim ficou mais barato do que comprado por cá (nas lojas custa cerca de 40 Euros).

Claro que também tive de comprar uma capa compatível com o meu iPhone. Por sorte a Power Sleeve for iPhone 3Gs também estava em promoção, tendo um desconto de 60%. Foi a combinação perfeita. E ainda aproveitei para substituir a minha capa que já acusava a idade e o uso.

O único inconveniente de ter comprado na Amazon UK está relacionado com o tipo de fichas usadas no Reino Unido. Apesar de a corrente eléctrica ser igual à nossa (220V) as fichas têm um formato diferente. Felizmente fui alertado para este detalhe por um amigo, pois no site não há qualquer referência ao tipo de ficha usada.

Uma breve pesquisa permitiu-me descobrir que no Continente (passo a publicidade) os adaptadores de ficha UK/Euro da marca USO custam apenas 2,69€. Contando já com esse valor caso fosse necessário (e acabou por ser mesmo) mesmo assim comprar duas plataformas e uma capa ficou mais barato que o equipamento por cá (comparando com o preço de uma plataforma e uma capa).

Assim, no total a compra do material ficou por 29,16€ (taxa de conversão de Libra para Euro de £1.00 = 1,16€) mais custos de compra com cartão de crédito.

Pelo que me lembro (não consigo voltar a encontrar essa informação e confirmar com toda a certeza) esta promoção apenas está disponível até ao fim do mês. E agora com a Super Saver Delivery também já disponível para Portugal para compras de valor superior a £25.00 os custos de entrega podem ser grátis.

A minha encomenda veio através da MRW e demorou cerca de 1 semana. Fica só o aviso que podem escolher um endereço para entrega diferente do de vossa casa, e ter a encomenda confortavelmente entregue no vosso trabalho durante o horário de expediente. Caso na altura não estejam na morada indicada podem depois levantar a encomenda numa loja da MRW conforme indicado no aviso de entrega.

Carros que se conduzem sozinhos

E a Google marca o primeiro ponto na sua “batalha” para ter carros que se conduzem sozinhos.

Na realidade não é bem o primeiro ponto, pois os veículos já existem há algum tempo e são aparentemente um sucesso em termos funcionais. O ponto foi marcado na alteração da legislação do Estado Norte Americano do Nevada, onde foram definidas normas legais para permitir este tipo de veículos.

Vale a pena ver este vídeo de apresentação, por Sebastian Thrun, feito durante a TED2011.

A ideia não é nova. Muitos outros meios de transporte já usam tecnologia de computadores para se conduzirem sozinhos. É o caso de aviões, barcos, metropolitanos, comboios, etc… Todos os dias milhares de veículos deslocam-se conduzidos por um processador.

E vai haver um dia em que as pessoas se vão rir da ideia de os carros serem conduzidos por pessoas.

MEO vs ZON [comparativo]

E agora que já passou a primeira semana de utilização do MEO é altura de fazer um pequeno comparativo com o serviço que tinha da ZON. Não é uma comparação objectiva, nem sequer compara ofertas exactamente iguais. É mais comparar opiniões e sentimentos.

Com a ZON tinha o serviço Fantastic Life com internet de 18Mb por cabo normal. No MEO optei pela Fibra 20Mb.

Há logo aqui algumas diferenças, mas vou ter isso em conta. Aqui fica então a opinião sobre os 3 serviços que tenho contratados.

  • Telefone

Começamos pelo menos interessante. Pelo menos para mim.

Telefone. Está quase tudo dito. A ZON tinha um número que começava por 30 e agora no MEO começa por 21. Menos esquisito, mas ligeiramente irrelevante.

Na ZON tinha chamadas ilimitadas para a rede fixa no período nocturno. No MEO tenho chamadas ilimitadas para números começados por 2 durante todo o dia. Isto pelo mesmo preço.

  • Televisão

Começamos a entrar na parte que me importa. Televisão. Gosto de ver, e raramente tenho os canais nacionais ligados. As preferências vão para documentários, séries e canais infantis.

Nos canais infantis é quase a mesma coisa. Panda e Disney iguais. Perdi o Nickelodeon e ganhei o JimJam. Prefiro o segundo e acho-o mais apropriado e interessante. Acho que também tenho a KSIC no MEO mas nem me dei ao trabalho de a ver ainda.

Em termos de canais documentários o MEO é mais fraco na quantidade. Na prática não me faz muita diferença porque os que gosto estão lá e chegam-me perfeitamente.

Canais de séries estão ela por ela. O MEO tem o SciFi a mais. Ainda não lhe dei muita atenção porque não é dos meus temas favoritos. Nos restantes (FOX e derivados e AXN) ficam empatados.

Quanto à quantidade de canais não vale bem a pena comparar números. Acho que a ZON tinha mais, mas verdade seja dita a maioria deles não interessava. Nos canais essenciais ficam empatados com a diferença que no MEO sem precisar de uma box tenho acesso a 70 canais. Fica a ganhar à ZON.

A box DVR-HD é muito semelhante de um para o outro, se bem que preferia um pouco os menus da ZON. Talvez por estar mais habituado.

Na qualidade da imagem voltam a empatar, se bem que acho que alguns dos canais do MEO têm uma imagem mais escura. Impressão minha ou não é algo que já me incomodou mais, e ou já me habituei ou era mesmo impressão.

De referir que desde o início de Dezembro que uma actualização do software da box da ZON deu problemas (que ainda não estavam resolvidos) e que falhava gravações, reiniciava durante a programação e mais uma série de erros irritantes ao ligar.

  • Internet

Chegamos talvez à parte mais importante. Pelo menos para mim.

Aqui é talvez onde reside a maior diferença nos dois serviços comparo. A ZON era por cabo e a 18Mb. O MEO por é por fibra e a 20Mb.

Claro que o MEO se revelou mais rápido. Mas ainda mais importante é que as velocidades médias se aproximam muito mais dos máximos contratados no caso do MEO que na ZON. Normalmente no MEO estão sempre acima dos 18Mb de download e na ZON costumava rondar os 14Mb. Aqui perde claramente a ZON (não por ser mais lento em termos absolutos mas porque se afastava mais do máximo contratado).

Tenho também a impressão que a utilização intensiva de vários computadores no caso do MEO compromete menos a velocidade e que esta se mantém alta para todos. Mas é apenas uma impressão e não tenho qualquer dado que o comprove.

  • Resumo final

Em termos finais devo admitir que estou muito mais satisfeito com o MEO do que com a ZON. Mesmo pesando as diferenças nos serviços contratados e tentando analisar apenas o desempenho relativo face ao prometido por casa um deles.

De referir apenas uma pequena (grande) nódoa no serviço do MEO que começou logo mal. Durante quase 2 dias não tive internet e telefone. Isto por causa de problemas nos servidores deles que impediam o registo do modem. Situação algo aborrecida e que demonstrou alguma fragilidade técnica.

Na ZON o máximo de tempo sem serviço ao longo dos vários anos acho que não chegou sequer ao que o MEO já falhou durante quase 2 semanas.

Vou acreditar que foi uma situação rara e imprevisível, até porque vários outros clientes com MEO não tiveram problemas (um deles num prédio quase em frente ao meu).

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