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E 1 ano depois… [Second Life®]

Bem… 1 ano depois vou cada vez menos ao Second Life®. É um facto.

Ou por falta de tempo ou porque me vou entretendo com outras coisas (principalmente jogos MMO).

Mas lembrei-me (ou o Google Calendar para ser mais exacto) que faz hoje exactamente 1 ano que criei o meu avatar no Second Life® (apesar de só o ter divulgado no dia 4 de Abril).

Na altura não tinha grande aspecto, mas com o tempo e alguma ajuda a coisa foi melhorando.

Eu sei que digo isto muitas vezes e em relação a muita coisa, mas tenho de ver se arranjo algum tempinho para lá voltar brevemente. Da última vez que lá fui tinha havido algumas mudanças pelos meus locais favoritos e apesar de as “obras” ainda estarem a decorrer o resultado parecia prometedor.

Outra coisa que tinha começado a explorar no Second Life® era o roleplay. É uma área que me interessa e tinha descoberto uns locais bastante interessantes (principalmente sobre o World of Warcraft e sobre o Warhammer). E se outras ideias foram perdendo o interesse estes são assuntos que ainda me causam muito interesse e curiosidade.

Por isso, e sem promessas de datas concretas, espero lá encontrar alguns conhecidos nos próximos dias. E continuar algumas explorações que ficaram a meio.

As funcionalidades pagas introduzem desequilíbrios nos jogos online? [Opinião]

Actualmente já existem muitos jogos online que são gratuitos e que recorrem a funcionalidades pagas para se financiarem. São uma excelente alternativa aos jogos totalmente pagos e alguns são mesmo bastante bons e até casos de sucesso.

Já aqui abordei uma vez a escolha entre jogos pagos e jogos gratuitos e sou da opinião que ter algumas funcionalidades pagas é a melhor maneira de rentabilizar um jogo online.

Mas será que as funcionalidades pagas, e logo acessíveis apenas a alguns, criam desvantagens sobre os jogadores que não pagam?

Em conversa com o Pedro Santos, um dos criadores do Orion’s Belt, sobre funcionalidades pagas nos jogos MMO cheguei à conclusão que acho que as pessoas já se habituaram a que quem paga tem algumas vantagens extra. E não é por isso que as pessoas deixam de jogar alguns jogos.

Na realidade a maioria das funcionalidades pagas desequilibra pouco, se bem feitas, porque quem usa mais isso são os novos jogadores. Quando se está bem desenvolvido não vale a pena gastar dinheiro porque já se conseguiu atingir um bom nível de produção e poder.

Sou mesmo da opinião que na verdade até equilibra um pouco mais as coisas ter funcionalidades pagas.

Dou três exemplos que conheço bem:

1. No Travian existem algumas funcionalidades pagas, apesar de a base do jogo ser gratuita. Admito que já não jogo há algum tempo, mas acho que ainda se mantém algo do género: mediante o pagamento de um certo valor (em dinheiro a sério) o jogador tem direito a uma série de bónus. Há à escolha bónus na defesa ou no ataque ou bónus de produção.

Normalmente a maioria dos jogadores no Travian à medida que se vai desenvolvendo deixa de precisar deste tipo de ajudas. Mas ao início dá muito jeito porque a nossa força é por vezes muito reduzida. E assim escusamos de sofrer do Efeito Travian com tanta força.

Tirando estes bónus não existe mais nenhuma diferença significativa entre quem paga e quem joga gratuito.

2. O Dark Swords também é gratuito. O jogador tem acesso à totalidade do mapa e pode fazer todo o tipo de combate (PvP e PvE). Na vertente gratuita não há qualquer limitação no equipamento, poções, quests, etc…

No Dark Swords existem alguns equipamentos pagos que são muito mais poderosos. Da mesma forma o acesso a um avatar personalizado é pago (e há alguns muito bons).

Claro que quem paga é muito mais poderoso, mas pelo que vi, no Dark Swords, os jogadores normalmente só se metem com outros do mesmo nível. Em todo o caso existe um mecanismo que só permite atacar jogadores em algumas zonas e mesmo assim a diferença de nível tem de ser de 25% (para cima ou para baixo).

3. No Dofus os jogadores no modo gratuito só têm acesso a cerca de 5% do mapa. Não podem fazer PvP e não podem ter mascotes (que dão bónus em alguns dos valores do nosso personagem). Algumas dessas mascotes só estão disponíveis quando se faz a subscrição (são um presente).

Além disso recentemente abriram um servidor especial (com o triplo da experiência e de objectos recolhidos) que é exclusivo para subscritores.

São três exemplos de jogos de base gratuita com funcionalidades pagas e nos quais nunca vi ninguém queixar-se de haver desequilíbrios por causa disso. Com excepção do Travian nos outros os mais fortes não costumam atacar os mais fracos (porque além de haver alguns mecanismos de protecção não dá pontos se houver uma grande diferença e por isso não vale a pena perder tempo). Claro que há sempre a excepção de um ou outro parvo de vez em quando.

As funcionalidades pagas são maneiras de rentabilizar um jogo, que não obrigam a pagar para se jogar, e permitem manter o jogo divertido. Não sei até se em alguns casos não ajudará até os mais novos (e logo mais fracos) a aguentarem-se melhor.

Interoperabilidade no Second Life® [Second Life®]

Finalmente foi possível fazer o teletransporte entre a grid do Second Life® e a grid da IBM. Este momento tão esperado foi possível devido ao Open Grid Protocol.

Um grande palavrão para descrever algo “simples”. O objectivo é permitir que os avatars possam mudar de um mundo virtual (neste caso a grid do Second Life®) para outro (a grid da IBM).

Pode não parecer nada de importante mas esta novidade pode vir revolucionar a maneira como estes mundos virtuais se têm desenvolvido. A título de exemplo imaginem poder teletransportar uma personagem do Wow para o Halo ou entre outros dois jogos quaisquer (ou mesmo para o Second Life®).

Apesar de ainda ser cedo para fazer mais prognósticos esta ocasião marca, na minha opinião, o fim do monopólio dos Linden Lab™ em relação aos mundos virtuais. A possibilidade de nos mudar-mos quando não gostarmos mais de um sítio vai certamente levar à alteração dos comportamentos das pessoas mas também das empresas e algumas atitudes que foram tomadas no passado não se devem repetir.

Pode também este ser um ponto de viragem. Vão começar a aparecer cada vez mais grids e será interessante ver como vão os Linden Lab™ reagir a esta concorrência e quais vão ser as novas grids a aparecer e a sobreviver. Prevejo certamente tempos atribulados mas também com inúmeras possibilidades.

Uma coisa é certa: o Second Life® vai regressar à agenda mediática e espera-se um novo boom nos mundos virtuais. Se vai ou não acontecer logo se vê.

Música ao vivo no Second Life® [Second Life®]

Nos últimos tempos tem-se falado muito de música ao vivo no Second Life®. No blog Portucalis tanto a Summer Wardhani como o M2life Paravane explicaram os seus pontos de vista. O primeiro post mais na perspectiva de dono das “venue” e o segundo mais focado no lado do artista.

Devo dizer que compreendo a maioria dos seus pontos de vista e até concordo com eles. É claro que os artistas gostam de receber algum pelo seu trabalho. E é claro que os donos das “venues” querem também ver o seu investimento compensar de alguma forma. Só não acho que os eventos pagos sejam a solução. Até porque a qualidade (que depende principalmente do próprio Second life® e se traduz no famoso lag) pode reduzir muito com o aumento de utilizadores. As tips ajudam mas quem não tem dinheiro também não dá tips, ou só dá ao artista. Acho que a única solução passa mesmo pelos patrocínios e apoios. Além do possível aumento de tráfego que eventualmente se consiga. Então porque estou a escrever este post? Bem acho que, e apesar da Summer ter abordado ligeira o assunto, falta a visão do simples utilizador.

Passo a explicar melhor. A minha experiência com o Second Life® é ainda um pouco recente. Mas uma coisa já sei: não faço tensões de gastar dinheiro com isto. Com um outro jogo MMORPG muito conhecido talvez ainda pense no assunto. Com o Second Life® não.

Nos últimos tempos tenho perdido algum tempo a procurar melhorar o aspecto do meu avatar. Tenho procurado as famosas freebies e graças a algumas estou com um melhor aspecto (a propósito mais uma vez obrigado Winter pelas ofertas e pelas fabulosas freebies que existem em Portucalis). Não vou gastar dinheiro a comprar roupas ou acessórios virtuais. Dinheiro a sério, pois os Lindens™ necessários teriam de ser comprados. Ainda por cima porque o único dinheiro virtual que tenho veio do camping (e aqueles L$41 custaram muito a ganhar apesar de ter estado sentado).

Voltando mais ao assunto do post e pelo que já disse também não vou gastar dinheiro a ouvir música em Second Life®. Porquê?

Uma das principais razões é que também não o gasto na vida real. Gosto bastante de música. Não pensem o contrário. Passo a maioria do dia a ouvir música. Seja rádio, CD´s, MP3 ou no YouTube.

Outra razão é que acho que a experiência de ouvir música ao vivo no Second Life® é ainda pior que na vida real. O único concerto que assisti até agora foi o de Virtual Floyd em Portucalis. Não gostei muito. Havia muita gente a fazer barulho (assobios e palmas principalmente) e o famoso lag não ajudou muito. A música estava num stream em tempo real mas todas a gente movia-se tipo aqueles filmes do início do cinema (mesmo de início): aos solavancos. Era difícil mover o avatar e o PC acabou por encravar. Não me parece pois que haja muitas pessoas a pagar para ter um serviço que por vezes (e volto a frisar que a culpa não é dos artistas nem dos proprietários) não é bom. Ou para terem o computador a ir abaixo (graças ao excelente software do Second Life®) e darem por si outra vez de fora do evento.

Tenho a impressão que, tal como eu, a maioria dos utilizadores do Second Life® está nisto para se divertir um pouco. Conhecer pessoas e ver locais. Claro que vai haver sempre a vertente de negócio neste mundo virtual (também a há no mundo real não é?) mas parece-me que quem realmente ganha muito dinheiro com isto é mesmo a Linden Research, Inc.

Melhor aspecto [Second Life®]

Já tenho melhor aspecto.

Demorou um bocado, mais por preguiça que por outra coisa. No entanto com uma ajuda da Winter Wardhani que me ofereceu uma nova skin consegui finalmente ter um bom ar.

Pelo menos já estou mais satisfeito. Por isso aqui ficam as novas fotos:

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Com O Caneco… só não sei bem porque continuo a vir aqui tirar fotos. Em todo o caso gosto da bandeira.

R-shirt® [Second Life®]

Finalmente já tenho a minha R-shirt®.

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E perguntam vocês o que é uma R-shirt®?

É uma t-shirt com um ®, mas não só. Representa todo o descontentamento que a comunidade portuguesa sente em relação às alterações que estão a decorrer em Second Life® e de que tenho falado nos últimos tempos.

Obrigado PalUP Ling.

Apresento o AirDiogo Ohl [Second Life®]

Apesar de só ter “nascido” ontem até que está bem crescidinho.

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Ainda agora estou a começar no Second Life® e não estou totalmente satisfeito com o “meu aspecto” e é algo que tenho que trabalhar nos próximos dias.

Tentei ficar o mais parecido possível com o verdadeiro. Mas desconfio que vou ter que tentar arranjar alguma ajuda nesta parte, principalmente porque o jeito nunca foi muito para as artes (sou mais virado para os números).

Ainda estou na Ilha de Orientação e vamos a ver amanhã (ou melhor logo à noite) começo a explorar outras áreas. Tenho alguns sitios em mente para visitar e algumas pessoas para tentar procurar.

AirDiogo Ohl [Second Life®]

No dia 02-04-2008 finalmente “nasceu” o AirDiogo Ohl.

Há já algum tempo que estava para entrar no Second Life®. Com o novo computador já tinha finalmente o equipamento necessário.

E inspirado pelo episódio do CSI:NY sobre o Second Life® que deu ontem no AXN lá me decidi a experimentar. Infelizmente tive pouco tempo e pouco mais fiz do que deambular ligeiramente pela Ilha de Orientação (acho que se chama assim).

Amanhã com mais algum tempo já exploro isto um pouco melhor. E vamos a ver se consigo melhorar (ou piorar) um pouco o aspecto do meu avatar do Second Life®.

Em todo o caso o importante é que já lá estou. E até agora estou a gostar…

LouiseBrooks theme byThemocracy

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