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Picasa 3.5 [Software]

Recentemente tornei-me grande fã do Picasa.

Picasa

Já era algo que utilizava há bastante tempo, principalmente para poder partilhar fotografias com amigos e família. Para isso os álbuns não listados do Picasa são talvez a melhor (e mais rápida maneira) de partilhar vários megabyte com várias pessoas. Algo que antigamente fazia por mail, com os problemas e inconvenientes associados (caixas de correio cheias, tamanho limite nos mails, etc).

Mas agora decidi também começar a usar o Picasa para ir organizando os meus álbuns e as minhas fotos todas (mais de 15.000 dos últimos 4 anos).

O que me levou a fazer isto foi a última inovação que o Picasa 3.5 (última versão disponível) veio trazer. E chama-se “Name Tags“. É um sistema que identifica as caras que existem nas fotografias e permite depois que seja associado um nome a cada cara.

Descobri que é algo muito útil, pois com o tempo as fotografias foram sendo cada vez mais e torna-se difícil encontrar as que queremos. Desta forma podemos facilmente procurar todas as fotos que temos de uma pessoa.

Outra coisa que esta nova versão introduziu foram as “Geo Tags“. Penso que o princípio é o mesmo quo anterior mas para locais. Algo que também pode vir a ser muito útil, mas que vou deixar para outra altura.

Existem ainda mais algumas diferenças nesta nova versão do Picasa, que vale a pena explorar, pois melhorou em muito a gestão das fotografias e a sincronização com o Picasa Web Albums (que permite partilhar com outras pessoas).

Não há mais Lively [Game Over]

Em Julho passado o Google apresentou o seu próprio mundo virtual: Lively.

Logo na altura muitos se questionaram se iria ser uma boa aposta. A resposta surge agora passados 4 meses e meio. Não foi.

E por isso o Google decidiu fechar de vez o Lively em Dezembro. De acordo com o comunicado percebe-se que foi uma aposta falhada por parte do Google apesar de este admitir que a razão se prende com focar os seus recursos na negócio das buscas, anúncios e aplicações (os principais negócios do Google).

Quanto a mim apesar de ter admitido que talvez visitasse este mundo virtual vai ficar a falhar o compromisso. Já na altura tinha admitido que este tipo de ambientes não me motivam muito.

Desde cedo ficou claro que esta aposta não era nada de novo e que as diferenças para o Second Life® não eram significativas para justificar a aposta por parte das pessoas. É portanto menos um concorrente (que nunca chegou bem a ser) no caminho.

Para todos aqueles que investiram o seu tempo nesta aposta (agora claramente falhada) do Google fica a recomendação que registem o momento através de imagens ou vídeos.

No ar fica ainda a questão se irá o Google também desistir de outros projectos, alguns dos quais ainda em boato, e se pretende focar-se apenas nos seus negócios principais.

Via Videogaming247 e Kotaku.

O (novo) poder do link [Opinião]

O link está a revolucionar a internet. Outra vez.

Também eu já me questionei porque é que alguns grandes sites não colocam links nos seus artigos. E a única explicação que encontro é algo preocupante: apesar de estarem presentes na internet esses sites ainda não compreendem a internet.

Mas isso parece estar a mudar. Devagar mas já começou.

As notícias de que os grandes sites de jornais começam a ter planos para incluir links para o exterior – entenda-se para fora do seu próprio site – poderá vir revolucionar o poder que o link tem.

Actualmente uma grande parte do algoritmo do Google, principal motor de busca a nível mundial, é baseada no link. Da mesma forma o Technorati baseia a sua escala na quantidade de links que uma página obtém. Aquilo a que chamou de “Authority” não é mais do que a quantidade de links que um blog tem a indicar para ele. E este esquema funciona. E está preparado para os links que existem actualmente que são feitos principalmente por outros blogs ou alguns agregadores (como o Digg, por exemplo).

Mas os grandes sites começam a perceber a força do link e que numa internet baseada no link não podem fazer as suas próprias regras e continuar a ignorar este factor.

As pessoas habituaram-se e querem links. Já ninguém quer ficar na mesma página. Querem conhecer coisas novas e estão abertas a conhecer a internet. Aliás é isso mesmo que a internet tem de maravilhoso. Podemos começar a navegar num site sobre carros e acabar por ler algo sobre culinária, passando entretanto por uma página dedicada a arte. As possibilidades são imensas e é essa a magia da internet que continua a atrair milhões.

As pessoas querem explorar o mundo! E se houver quem lhes indique o caminho ainda melhor. Aqui entra o link.

Não é novidade. Muitos sites populares já o fazem como por exemplo Kotaku ou Videogaming 24/7 (casos que conheço melhor).

O Digg só faz isso e o seu sucesso vem de ter tornado os próprios leitores nos editores. É o poder na mão do leitor. Mas não apenas o poder de escolher como o poder de conhecer algo de novo.

Mas quererá isto dizer que o actual sistema de links estará ameaçado? Provavelmente sim. Com grandes sites a fazer links o equilíbrio vai-se alterar e ao início os motores de busca ficaram baralhados (o Google provavelmente irá actualizar o seu algoritmo de forma a compreender melhor esta nova realidade).

Mas agora coloca-se outra questão: serão os sites “grandes”, isto é com o PageRank™ elevado, penalizados por linkar a sites menores? Já sabemos que o Google por vezes se engana e interpreta mal alguns links penalizando quem os faz pensado tratar-se de links pagos.

E então além de critérios editoriais terão os sites dos órgãos de comunicação social também de ter critérios de PageRank™? Sites com o PageRank™ elevado como por exemplo o NYTimes (com 9) ou como em Portugal O Público (com 7) devem preocupar-se por linkar a sites com classificação inferior?

Provavelmente o que iremos ver nos primeiros tempos é a utilização de links “No Follow” que mesmo sem representam nenhum compromisso originam visitas. E esses grandes sites pela quantidade de visitas tem capacidade para originar o tipo de tráfego que deita servidores abaixo.

Para alguns blogs isso poderá fazer diferença e passar de apenas mais um para ser uma referência no seu campo.

Mas algo já começou a mudar. Em Portugal O Público pelo menos referencia os blogs que lhe linkam. Mas continua a não fazer links para fora. Parece-me um pouco falta de cortesia principalmente porque em parte esses sites têm uma boa classificação de PageRank™ por serem linkados por muitos outros.

De facto no futuro o ênfase passará do tentar manter o leitor dentro do site para o enviar para fora e dar-lhe a conhecer coisas novas. Coisas de tal maneira interessantes que o leitor vai voltar ao site original para repetir a experiência. E isto vezes em conta.

E essa será a nova internet. Com o link a ganhar um novo poder e a voltar a revolucionar a internet.

Gostei do que vi do Google Chrome (até agora) [Software]

O lançamento do novo browser Google Chrome é uma das grandes notícias de hoje e é claro que também eu fiquei curioso.

Para melhor explicar o seu funcionamento e a ideia por detrás do novo conceito que este browser pretende introduzir o Google fez uma banda desenhada que explica tudo de uma forma muito simples e divertida (em inglês).

Depois de ter perdido um tempinho a ler tudo devo admitir que fiquei muito bem impressionado. Para começar está tudo muito bem explicado de forma a quase qualquer um perceber tudo. Depois está feito de uma maneira bastante divertida e muito bem ilustrado.

Mal posso esperar por amanhã fazer o download do Google Chrome e experimentar o seu funcionamento pois pelo que vi parece ser (quase) perfeito, pelo menos para as minhas necessidades.

Fiquei até com a impressão de que este sistema seria melhor que o Firefox (que eu tanto adoro e quase me sinto um traidor a admiti-lo).

O Google soube muito bem deixar-nos com água na boca em relação a este novo browser. Depois de experimentar logo digo mais qualquer coisa.

Wikipedia ou Google Knol? [Internet]

Na semana em que o Google lançou finalmente o Google Knol uma das questões que eu coloco é se este novo serviço vai (ou pretende) substituir a Wikipedia? Devo desde já avisar que provavelmente a minha opinião é muito parcial.

Sou um fã do Google. Não só como motor de busca (uso e abuso do meu iGoogle), como leitor de blogs (com o Google Reader) mas também como ferramenta para blogger (e webmasters) com o Google Analytics e as Webmaster Tools . Estas são ambas ferramentas muito poderosas e que são oferecidas de forma gratuita. E quanto ao Gmail nem vou dizer nada tal é o meu vicio. Na realidade são tantos os serviços que uso que estar a enumerá-los seria perder tempo (no “My Account” aparecem 12 mas devem ainda ser mais).

Dito isto devo também admitir que sou fã da Wikipedia. Acho que é uma fonte de informação muito útil e como blogger também a uso muito para ajudar a definir conceitos sem ter que perder tempo a explicá-los. Deixo o link e quem precisar de mais informação pode consultar. Uso em Português ou em Inglês conforme me apetece.

Então a questão coloca-se mais de qual eu sou maior fã?  Uma das coisas que mais gosto e admiro na Wikipedia é que é feita pelas pessoas de forma colaborativa. Mas também o Google Knol o é. Por isso acho que neste temos um empate.

Ainda não explorei bem o Google Knol para poder falar da qualidade dos artigos, mas tendo em conta o que disse acima devo partir do princípio que com o tempo a qualidade será (se não é já) igual à da Wikipedia (para o melhor e para o pior).

Acho que então a questão deixa tanto de ser uma escolha baseada em critérios técnicos e passa mais a ser pessoal. Por princípio tendo sempre a preferir o David ao Golias. Mas quem é quem nesta história?

A Wikipedia já cá anda há muito tempo o que lhe permitiu criar uma marca e obter reconhecimento como fonte de informação. Muitos (tal como eu) entram lá directamente para fazer as buscas. Muito raramente faço esse tipo de buscas através de um motor de busca. O Google Knol pelas informações que tenho lido nos últimos dias está a ser muito favorecido nas pesquisas. Até é natural pois é claro que o Google prefere os próprios sites ao resto da internet.

Mas neste último ponto é que a porca torce o rabo (ou eu torço o nariz). Só por o site “ser da casa” não é garantia de ser melhor que o resto da internet. O Google está a usar o seu poder para promover e difundir um dos seus serviços. Ainda por cima parece que, e de acordo com os relatos que andam na internet, algumas páginas vão ter publicidade (apesar de não ter conseguido encontrar nenhuma). Logo é apenas mais uma estratégia comercial e que, na minha opinião, talvez abuse de uma posição concorrencial mais forte.

Não estará o Google a tornar-se na Microsoft dos motores de pesquisa? Ou somos nós que estamos a fazer do Google ser a potência que é? A verdade é que a internet sem o Google e as suas ferramentas e produtos muito dificilmente seria a mesma coisa.

Eu pessoalmente vou continuar a usar o Google. Não pretendo de forma alguma com este texto criar um movimento anti-Google. Como já disse no início algumas coisas do Google até dão jeito e são fundamentais para mim.

Mas da mesma forma não vou abandonar a Wikipedia. Com o tempo talvez comece também a usar o Google Knol. Quem sabe? Mas aqui fica registada a minha preocupação, ou se preferirem, a minha reflexão.

PageRank™ – a nova religião

O PageRank™ tornou-se na nova religião para muitos bloggers e vêem o SEO como a sua igreja.

No dia em que o Google actualizou de novo o PageRank™ das páginas que indexa certamente que se vai ouvir falar muito deste assunto. Alguns vão-se lamentar e outros certamente estarão muito contentes.

Uma pesquisa rápida mostra que para a expressão “aumentar o PageRank” o Google devolve cerca de 28.000 resultados (a expressão “PageRank” devolve 132 milhões).

Para clarificar, o PageRank™ (trademark do Google) é um algoritmo matemático (patenteado pela Universidade de Stanford e não pelo Google) que analisa os links para uma página atribuindo assim um valor matemático. Esse valor juntamente com outros dados recolhidos pelo Google vão ser usados para definir a ordem das páginas quando o Google faz uma pesquisa. Quanto maior o PageRank™ mais acima será colocada a página e assim aumentando obviamente as hipóteses de consultada.

Pelas razões acima mencionadas percebe-se a importância do assunto para muitos bloggers. De tal forma que se desenvolveu um mercado (bastante próspero até) à volta dele. Mostram-se mil e um truques para aumentar o PageRank™ e há quem prometa conseguir resultados como consultor.

Na realidade é difícil prometer alguma coisa pois a forma como as pesquisas são indexadas é guardado em segredo pelo Google que tem nos últimos tempos desenvolvido maneiras de detectar manipulações e fraudes. Apesar disso o Black Hat SEO (ou Spamdexing) ainda apanha muitos desprevenidos e dá a ganhar a muitos. Pode quase ser considerado uma forma de adoração ao demónio (continuando a analogia do início do texto).

Na prática seguir alguns destes modelos ou esquemas é tão fiável como acender uma velinha a um qualquer santo ou sacrificar galinhas num estranho ritual de adoração demoníaca.

A preocupação e o tempo perdido a tentar obter resultados muitas vezes reflecte-se negativamente pois a qualidade dos textos diminui e alguns dos esquemas são fortemente penalizados pelo Google, o que acaba por produzir efeitos negativos e contrários ao desejado.

Black Magic SEO

Google Trends [Internet]

O Google Trends é mais uma ferramenta da Google que tem muita utilidade.

A sua principal função é mostrar a quantidade de pesquisas e de volume de notícias associadas a uma determinada tendência.

A análise que depois se faz dos resultados é a parte mais importante. Permite verificar como alguns assuntos estão a ganhar ou a perder relevância na internet. Permite ainda comparar várias tendências o que permite extrair variadas conclusões (algumas até muito interessantes) e comparar diferentes tendências.

O Google Trends possuí ainda uma nova funcionalidade que permite analisar as tendências relativas a websites específicos (em vez de assuntos como anteriormente descrito). Aqui podemos comparar as visitas diárias de vários sites escolhidos por nós bastando inserir as suas moradas e verificar a evolução de serviços concorrentes, por exmplo.

Sendo o Google um dos principais motores de pesquisa a nível mundial neste momento estas duas ferramentas são bastante úteis para sentir o pulso da internet. E podem ser usadas para atrair visitas aos nossos sites tal como com o Google Analytics, desde que se saiba retirar as conclusões certas apesar de não ser essa a sua principal função. Tal como com o Google Analytics é uma questão de saber analisar a informação.

Lively [Google]

Lively é a primeira incursão da Google nos mundos virtuais.

É o início de uma nova época. As redes sociais começam a ser baseadas em ambientes virtuais 3D, muito provavelmente inspiradas pelo sucesso de Second Life®.

Ainda não tive a oportunidade de experimentar o Lively, mas devo admitir que de momento não tenho muita vontade de o fazer. Não sou grande fã de redes sociais e são poucos os meus amigos que usam este tipo de serviços pelo que a sua utilidade para mim como ferramenta de comunicação é muito limitada.

Por outro lado gosto mais de ambientes virtuais associados aos jogos. O estar num mundo virtual apenas por estar e servir apenas como ferramenta de comunicação não faz muito o meu género. Admito que prefiro os jogos pois nesse caso existe um objectivo a cumprir, o que orienta muito mais as nossas acções. Apesar de ter conhecido pessoas fantásticas no Second Life® admito que não tenho muito interesse por aquilo.

No entanto fica o compromisso de um dia, em breve, experimentar o Lively. Depois volto aqui para dar outra opinião. Por agora fica aqui a notícia.

Web Games [Directórios]

Depois de ter falado da enorme quantidade de resultados para jogos MMORPG no Google o Pedro Santos, dos Zi-Yu Studios avisou-me para um dos seus últimos projectos: Web Games.

Aqui podemos encontrar uma enorme variedade de jogos MMO. Há de todos os tipos ordenado por diferentes categorias. Uma página a explorar com mais atenção.

Google Analytics [Review]

Umas das ferramentas que comecei a utilizar recentemente foi o Google Analytics. Já sabia da sua existência (através do blog do OB) e que permitia obter uma série de dados interessantes sobre o nosso site e sobre quem e como o visita.

Tive algumas dificuldades de início em perceber todos os dados e ainda estou a explorar a informação que se consegue obter. Mas já tive algumas surpresas agradáveis.

Classificação:

5 Estrelas

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