Just like the post before this is also something like “the best of 2008″. At least for me.
One of the many games that I tried during the past year was DOFUS. I must admit that my first impression of the game wasn’t the best one.
I got to know DOFUS because the fellows at Ankama send me a press release about the new server for the Portuguese community (Brazil and Portugal).
The problem with many MMORPG is the language: English. Although this choice of language will reach a greater range of players, also draws away a lot of players who do not speak or feel comfortable with English. So increasingly MMORPG offer servers in several languages.
This is the case of DOFUS. The Portuguese server of this game was launched during April 2008 and quickly achieved success among the players who speak Portuguese (Brazilian players in particular).
As for me after two months I was playing in the international server and completely abandoned the Portuguese speaking one.
The game concept is not different from many existing ones. But if it works why change it?
But DOFUS has a unique look. Is inspired in Manga characters and the design team did a great job at it. And is entirely based on Flash that gives him a big advantage over other titles out there as it runs in almost every computer (new or old).
There are 12 characters and 20 professions. For a player with some experience in RPG it’s easy to identify the choices to be made and the professions to follow but for a beginner it’s not so easy. But at least with this diversity you can not become bored.
It’s a fun game and well thought. Has an excellent gameplay and the combat engine is very well made. Here again DOFUS presents something different, where tactics in battles are also important. It is not enough to have a strong character and well built. The tactical ability can (and it will) also make a difference.
Finally I wanted to emphasize the great solution to avoid a common problem in MMORPG: lag. When the computer detects having some lag it changes the design of the characters from 3D to 2D images, which almost solves the problem immediately. When the problems passes the graphics go back to normal.
I enjoy playing it and continue to do so. In free to play mode you can have access to a restricted area. Those who want more have to pay to have access to updates, new sites and other content. 5,00€ per month is after all a good deal.
Review:

Este fim semana fui visitar outra vez o Second Life® pois era a festa de rezzday do Jao Markstein.
Um rezzday é a designação dada aos aniversários que se fazem neste mundo virtual.

Devo dizer que gostei bastante. O M2life Paravane estava encarregue da música e através de um stream enviou alguns dos êxitos do meu tempo (e do de muitos dos presentes pelo que percebi), o que ainda ajudou a tornar tudo mais divertido.

De início havia algum lag devido ao elevado número de avatares presentes (alguns com demasiados prims até), o que só atesta a excelente pessoa que o Jao é. Mais tarde e à medida que a maioria foi abandonando a festa o lag passou.

Foi a minha primeira festa virtual no Second Life® e gostei bastante. É certamente algo a repetir numa próxima oportunidade.
(Parabéns também à Star Miklos pela excelente organização e ter conseguido fazer esta surpresa ao Jao)
Seafight é, sem dúvida, um jogo MMO. Para o melhor e para o pior.

Comecemos pelo melhor. O Seafight apresenta a sua maior vantagem nos seus vários servidores. Apesar de esta característica não ser exclusiva deste jogo o facto é que está disponível em várias línguas (pelo menos as principais línguas europeias). Ao contrário de muitos jogos disponíveis em várias línguas neste caso a tradução para português e a ajuda estão muito bem feitas. Certamente mais um ponto a favor neste jogo produzido pela .
Junta-se o conseguir correr num browser qualquer sem necessidade de nenhuma instalação especial (eu experimentei no Firefox 3, Internet Explorer 6 e 7) e temos à partida uma fórmula que pode garantir o sucesso (pode ser necessário ter o Shockwave instalado mas como já o tinha de jogos anteriores não me foi pedido nenhuma instalação. Em todo o caso é um extra gratuito e que facilmente se arranja e instala). Não necessita de grandes requisitos se bem que por vezes senti algum lag ligeiro.

Em temos de jogo o modelo utilizado é muito semelhante ao já muito conhecido e experimentado (principalmente pela Gameforge – criadora do Ogame e de Dark Pirates, por exemplo) onde a maioria dos equipamentos e navios é gratuita. Para ter os itens realmente bons e que marcam a diferença em combate é necessário despender dinheiro a sério.
Ao início consegue-se facilmente sobreviver sem gastar dinheiro no jogo. Existe uma grande quantidade de monstros para matar e dessa forma ganhar ouro (moeda do jogo que se obtém de forma gratuita) apesar de não haver muita variedade. Aliás esse é mesmo um dos problemas deste jogo: não tem muita variedade. Tendo em conta que não é um jogo muito complicado, mas graficamente muito bem feito e apelativo visualmente, o problema acaba mesmo por ser a falta de variedade. Acaba por tornar o jogo repetitivo levando-o a perder alguma piada.
Mas como nem só de monstros vive um homem (ou um pirata neste caso) o jogo tem também disponível a variedade PvP. Apesar de gostar muito de jogos MMO a vertente PvP nunca foi das minhas favoritas pelo que neste campo a minha opinião pode ser algo parcial. No Seafight o modelo de PvP escolhido não é dos meus favoritos. Para atacar um qualquer jogador basta encontrá-lo no mapa, seleccioná-lo e atacar. Não é preciso desafiar nem é preciso esperar. Para se fugir acontece o mesmo, bastando para ter sucesso ser mais rápido.
É aqui na parte do PvP que acho que está a maior falha do Seafight. Sendo um jogo gratuito onde os melhores equipamentos só estão disponíveis para quem paga pelos extras estão criadas as condições para haver algum desequilíbrio. Se a isto se juntar o facto de não haver nenhuma limitação quando se ataca um outro jogador (seja em termos de potência ou de nível) vemos que os jogadores mais fortes (e mais antigos) de forma continuada atacam os mais fracos. Isto torna muito difícil conseguir progredir e conseguir desenvolver o nosso navio. A única vantagem é que um novo navio do modelo mais básico não exigem nenhum recursos e mantemos a nossa tripulação.
Em termos de preços dos extras pagos parece-me um pouco elevado tendo em conta tudo o que já disse. As pérolas (moeda do jogo obtida com recurso a dinheiro a sério) custam entre 2€ para 5.000 pérolas e 99€ para 330.000 pérolas (um navio custa 69.000 pérolas e um canhão custa 7.500 pérolas por exemplo). Existem ainda outras vantagens de ter uma conta Premium (30€ por 6 meses ou 50€ por 1 anos) mas não me parece que valha a pena. No entanto para quem pretende passar muito tempo neste jogo e fazer “carreira” como pirata é sem dúvida essencial aderir às funcionalidades pagas. Não só reduzem muitos dos tempos das actividades como permitem ter acesso às funcionalidade mais poderosas.
Em resumo: é um jogo bem feito e indicado para quem gosta de PvP, mas que rapidamente se vai tornar aborrecido. É caro e sem grande piada para o preço pedido pelo que na minha opinião não vale a pena pagar. Talvez jogar no modo gratuito enquanto tiver piada. Só se safa porque permite jogar num browser qualquer, graficamente está bem feito e bem traduzido.
Classificação:

No passado dia 17 de Julho fui aos festejos do 1º Aniversário da Academia Portucalis em Second Live®.
O encontro começou no espaço da Academia Portucalis onde estão presentes alguns dos materiais das aulas em exposição. Fazem parte deste espólio a maioria das aulas dos formadores e alguns dos trabalhos de alguns formandos. Eu aproveitei e deixei lá para todos verem dois dos meus trabalhos favoritos. Podem ver o meu comboio (uma das minhas obras de que mais me orgulho e que tem sido muito elogiada) e que fiz numa aula do Jao Markstein e também deixei lá um barril feito numa aula do M2life Paravane.

O encontro foi muito divertido e o ambiente foi fenomenal. Recordou-se as aulas e fizeram-se alguns balanços que foram bastante positivos. A parte pior é que as aulas só recomeçam em Setembro ou Outubro. Mas os formadores merecem umas férias.
Depois veio o concerto de Rui Veloso. Aqui tive a oportunidade de explorar algumas das novas funcionalidades incluídas no novo Release Candidate Viewer for Second Life® 1.20(14) e devo dizer que a primeira impressão foi positiva.
O concerto até teve um LAG aceitável. Provavelmente isto ficou a dever-se ao constantes apelos de todos os envolvidos na organização em levarmos o menor número possível de prims.
Fiquei bastante surpreendido ao ver a quantidade de prims que alguns avatars têm. Eu tinha apenas 45 (e estava eu preocupado com ter muitos) o que até era muito abaixo da média (que era cerca de 250). Mas os records foram de 1 prim no mínimo e de 2500 prims no máximo (o que tendo em conta que era um dragão até nem devia ser muito).
Mal posso esperar pelo próximo ano lectivo porque se for tão bom como foi este então vale a pena assistir às aulas na Academia Portucalis. Se ainda não experimentaram esta parte do Second Life® deixo aqui o convite para experimentarem quando as aulas recomeçarem.
Após algum tempo de afastamento (por causa das férias) ontem voltei ao Second Life® por ocasião do 1º Aniversário da Academia Portucalis em Second Life®.
A ocasião assim o exigia pois esta tem sido, para mim, uma das partes mais divertidas na minha passagem por este universo virtual. Tenho aprendido muito e vou certamente continuar a fazê-lo.
Mas do que venho aqui hoje falar hoje é do Release Candidate Viewer for Second Life® 1.20(14) que foi lançado a 16 de Julho. Para fazer algumas experiências com algumas funções que ainda não estão disponíveis no viewer comum decidi instalar esta versão experimental. Aqui ficam as primeiras impressões, pois quase não tive tempo para mais. Além disso como não consigo experimentar todas as potencialidades por não ter um computador todo xpto nunca irei usar todas as funcionalidades e aproveitar todas as opções dos viewers (sejam eles normais ou experimentais).
Uma das primeiras vantagens deste Release Candidate Viewer é que a sua instalação não obriga a desinstalar o Viewer normal. Ficamos assim com duas versões e podemos usar uma ou outra conforme for a nossa vontade. Assim se houver algum problema com a versão experimental não ficamos sem acesso.
Outra coisa que reparei é que pareceu-me ter menos LAG. Aqui pode ter sido impressão minha mas de facto pareceu-me que funcionava melhor e mais rápido.
Provavelmente isto ficou a dever-se ao facto de todas as configurações terem sido repostas aos valores iniciais. isto foi um pequeno problema pois algumas das alterações que tinha feito eram importantes tal como o poder guardar o histórico do chat, por exemplo. Mas após uns momentos lá consegui (acho eu) meter outra vez todas as configurações mais importantes como queria. Evitei mexer muito pois aquilo estava a funcionar tão bem que não quis estragar.
Uma das alterações que fiz e acho importante foi alterar a linguagem. Gosto muito mais de ter tudo em inglês e quando vi tudo em Português entrei em pânico. Não me tinha sido pedida nenhuma linguagem durante a instalação e achei estranho. Mas lá encontrei no menu de preferências a opção de alterar a linguagem. Depois basta reiniciar e as alterações fazem logo efeito. Simples.
Outra pequena burrice minha foi ligar o menu Advanced. Já não me lembrava como era e que me salvou foi ter o histórico das conversações gravado o que me permitiu descobrir. É simples até. Basta fazer “CTRL + ALT + D”. E tendo em conta que era por causa de algumas funcionalidades deste menu que tinha instalado o Release Candidate Viewer era mau não conseguir ligá-lo.
E foram estas as minhas primeiras impressões. O mais certo é que com o uso algumas opiniões se vão alterando para pior. Quando já tiver mais tempo de uso faço uma avaliação melhor e tento fazer uma comparação com o viewer normal.
O problema de muitos jogos MMORPG é serem falados em inglês. Se bem que esta escolha de linguagem permite alcançar um maior leque de jogadores, também afasta uma parte de jogadores que não falam ou se sentem pouco à vontade em falar inglês. Como tal cada vez mais jogos MMORPG oferecem servidores em várias línguas.
É o caso do DOFUS. Foi lançado durante o mês de Abril de 2008 o servidor em português deste jogo. Rapidamente atingiu um grande sucesso entre os jogadores que falam português (em especial os jogadores brasileiros). No entanto muito ainda tem de ser feito neste campo. Algumas das traduções ainda precisam de ser afinadas, mas penso que com o tempo e as sugestões da comunidade rapidamente este defeito será ultrapassado.
O conceito não se afasta muito dos já existentes. Mas se uma fórmula funciona porquê mexer nela? Mas é preciso oferecer algo de diferente ou então DOFUS seria apenas mais um jogo MMORPG no mercado. Assim aposta assim num grafismo único. Totalmente baseado em flash as personagens tem um aspecto muito semelhante ao Manga.
E aqui encontramos (talvez) o segundo defeito. Existem 12 personagens e 20 profissões. Apesar de um jogador com alguma experiência em jogos RPG conseguir com alguma facilidade identificar de imediato as escolhas a fazer e quais as profissões a seguir (das 20 existentes) para um novato não é tão fácil. Por outro lado esta diversidade permite que não se torne rapidamente aborrecido.
Mas não me interpretem mal. É um jogo muito divertido e bem pensado. Tem uma excelente jogabilidade e o motor de combate é muito bem pensado. Aqui mais uma vez o DOFUS apresenta algo diferente, com batalhas onde a táctica também é importante. Não basta ter uma personagem forte ou bem construída. A capacidade táctica pode também fazer a diferença.
Por último gostava de salientar uma excelente solução para evitar um problema comum nos MMORPG: o lag. Quando o computador detecta que começa a haver algum lag altera o modo de vista das personagens passando de imagens 3D para 2D, o que reduz de imediato o problema. Resolvida a questão os gráficos voltam ao normal.
Dito tudo isto devo dizer que gostei. Diverti-me a jogar e penso continuar a fazê-lo. Pelo menos no modo gratuito onde se continua a ter acesso numa área restringida. De resto quem quiser mais tem de pagar para ter acesso a actualizações, novas zonas e outros conteúdos. Tudo isto por 5€ mês.
Deixo à vossa consideração se vale a pena, mas devo acrescentar que por este preço talvez tenham de oferecer mais do que o anunciado, apesar de resolverem o problema do lag com uma excelente solução. Mas na versão gratuita não deixa de ser um bom jogo.
Classificação:

Ontem foi o dia de inauguração na Galeria Lx em Portucalis da exposição Breaking Taboos.
Foi bastante concorrida esta estreia o que me causou alguns problemas. Só já depois da 1h00 é que consegui finalmente ver a exposição em condições.
Provavelmente devido ao sucesso da exposição e infelizmente para mim a imagem do dia foi mesmo esta:

O que foi pena pois a exposição estava muito boa.
Nos últimos tempos tem-se falado muito de música ao vivo no Second Life®. No blog Portucalis tanto a Summer Wardhani como o M2life Paravane explicaram os seus pontos de vista. O primeiro post mais na perspectiva de dono das “venue” e o segundo mais focado no lado do artista.
Devo dizer que compreendo a maioria dos seus pontos de vista e até concordo com eles. É claro que os artistas gostam de receber algum pelo seu trabalho. E é claro que os donos das “venues” querem também ver o seu investimento compensar de alguma forma. Só não acho que os eventos pagos sejam a solução. Até porque a qualidade (que depende principalmente do próprio Second life® e se traduz no famoso lag) pode reduzir muito com o aumento de utilizadores. As tips ajudam mas quem não tem dinheiro também não dá tips, ou só dá ao artista. Acho que a única solução passa mesmo pelos patrocínios e apoios. Além do possível aumento de tráfego que eventualmente se consiga. Então porque estou a escrever este post? Bem acho que, e apesar da Summer ter abordado ligeira o assunto, falta a visão do simples utilizador.
Passo a explicar melhor. A minha experiência com o Second Life® é ainda um pouco recente. Mas uma coisa já sei: não faço tensões de gastar dinheiro com isto. Com um outro jogo MMORPG muito conhecido talvez ainda pense no assunto. Com o Second Life® não.
Nos últimos tempos tenho perdido algum tempo a procurar melhorar o aspecto do meu avatar. Tenho procurado as famosas freebies e graças a algumas estou com um melhor aspecto (a propósito mais uma vez obrigado Winter pelas ofertas e pelas fabulosas freebies que existem em Portucalis). Não vou gastar dinheiro a comprar roupas ou acessórios virtuais. Dinheiro a sério, pois os Lindens™ necessários teriam de ser comprados. Ainda por cima porque o único dinheiro virtual que tenho veio do camping (e aqueles L$41 custaram muito a ganhar apesar de ter estado sentado).
Voltando mais ao assunto do post e pelo que já disse também não vou gastar dinheiro a ouvir música em Second Life®. Porquê?
Uma das principais razões é que também não o gasto na vida real. Gosto bastante de música. Não pensem o contrário. Passo a maioria do dia a ouvir música. Seja rádio, CD´s, MP3 ou no YouTube.
Outra razão é que acho que a experiência de ouvir música ao vivo no Second Life® é ainda pior que na vida real. O único concerto que assisti até agora foi o de Virtual Floyd em Portucalis. Não gostei muito. Havia muita gente a fazer barulho (assobios e palmas principalmente) e o famoso lag não ajudou muito. A música estava num stream em tempo real mas todas a gente movia-se tipo aqueles filmes do início do cinema (mesmo de início): aos solavancos. Era difícil mover o avatar e o PC acabou por encravar. Não me parece pois que haja muitas pessoas a pagar para ter um serviço que por vezes (e volto a frisar que a culpa não é dos artistas nem dos proprietários) não é bom. Ou para terem o computador a ir abaixo (graças ao excelente software do Second Life®) e darem por si outra vez de fora do evento.
Tenho a impressão que, tal como eu, a maioria dos utilizadores do Second Life® está nisto para se divertir um pouco. Conhecer pessoas e ver locais. Claro que vai haver sempre a vertente de negócio neste mundo virtual (também a há no mundo real não é?) mas parece-me que quem realmente ganha muito dinheiro com isto é mesmo a Linden Research, Inc.