Ontem à noite aconteceu-me algo memorável (pelo menos para mim).
Decidi ir dar um saltinho ao Second Life® e os problemas começaram logo aí. Como já é costume lá apareceu a mensagem do costume:

Infelizmente costuma acontecer-me muito (em Windows Vista), especialmente quando tenho mais algum programa a correr ao mesmo tempo. Desta vez tinha-me esquecido disso e lá tive o 1º crash da noite. O programa deixou completamente de responder o o computador lá ficou uns tempos a arrastar-se.
Como há uns tempos tinha experimentado o Ubuntu decidi experimentar mais uma vez o Second Life®, mas desta vez em Linux.
Mais uma vez tive problemas. O Ubuntu estava a actualizar o sistema e por isso o computador já estava a correr uma aplicação. Além disso a minha instalação do Ubuntu foi feita numa Pen Drive USB o que apesar de permitir experimentar este sistema reduz a sua performance em muito (principalmente em Pen Drives muito grandes e lentas).
Como tal lá tive o 2º crash da noite (e o meu primeiro crash em Linux a propósito). Este foi o mais grave de todos porque o sistema deixou mesmo de responder. Tive mesmo de carregar no botão para desligar.
Mas como eu sou teimoso ainda decidi fazer mais uma experiência.
O M2life Paravane tinha falado há uns dias de um novo viewer para o Second Life® chamado Imprudence, e lá o decidi experimentar. As primeiras impressões até foram boas.
Este novo viewer é bastante rápido (devido ao facto de não ter som) e apresenta uma boa performance. O aspecto geral é até melhor que o viewer oficial que estou a utilizar.
Mas nem isso foi suficiente. Apesar de supostamente ser mais estável comigo não resultou.
Não sei se o problema estava no computador ou no já avançado da noite, mas o facto é que tive o 3º crash da noite. O programa deixou de responder e foi encerrado.
Pessoalmente foi um novo record e só tive pena de não ter uma Mac à mão para tentar fazer mais um crash… Dizem que muito raramente estes computadores crasham, mas acho que eu ontem até conseguia fazer isso.
Este fim semana fui visitar outra vez o Second Life® pois era a festa de rezzday do Jao Markstein.
Um rezzday é a designação dada aos aniversários que se fazem neste mundo virtual.

Devo dizer que gostei bastante. O M2life Paravane estava encarregue da música e através de um stream enviou alguns dos êxitos do meu tempo (e do de muitos dos presentes pelo que percebi), o que ainda ajudou a tornar tudo mais divertido.

De início havia algum lag devido ao elevado número de avatares presentes (alguns com demasiados prims até), o que só atesta a excelente pessoa que o Jao é. Mais tarde e à medida que a maioria foi abandonando a festa o lag passou.

Foi a minha primeira festa virtual no Second Life® e gostei bastante. É certamente algo a repetir numa próxima oportunidade.
(Parabéns também à Star Miklos pela excelente organização e ter conseguido fazer esta surpresa ao Jao)
No passado dia 17 de Julho fui aos festejos do 1º Aniversário da Academia Portucalis em Second Live®.
O encontro começou no espaço da Academia Portucalis onde estão presentes alguns dos materiais das aulas em exposição. Fazem parte deste espólio a maioria das aulas dos formadores e alguns dos trabalhos de alguns formandos. Eu aproveitei e deixei lá para todos verem dois dos meus trabalhos favoritos. Podem ver o meu comboio (uma das minhas obras de que mais me orgulho e que tem sido muito elogiada) e que fiz numa aula do Jao Markstein e também deixei lá um barril feito numa aula do M2life Paravane.

O encontro foi muito divertido e o ambiente foi fenomenal. Recordou-se as aulas e fizeram-se alguns balanços que foram bastante positivos. A parte pior é que as aulas só recomeçam em Setembro ou Outubro. Mas os formadores merecem umas férias.
Depois veio o concerto de Rui Veloso. Aqui tive a oportunidade de explorar algumas das novas funcionalidades incluídas no novo Release Candidate Viewer for Second Life® 1.20(14) e devo dizer que a primeira impressão foi positiva.
O concerto até teve um LAG aceitável. Provavelmente isto ficou a dever-se ao constantes apelos de todos os envolvidos na organização em levarmos o menor número possível de prims.
Fiquei bastante surpreendido ao ver a quantidade de prims que alguns avatars têm. Eu tinha apenas 45 (e estava eu preocupado com ter muitos) o que até era muito abaixo da média (que era cerca de 250). Mas os records foram de 1 prim no mínimo e de 2500 prims no máximo (o que tendo em conta que era um dragão até nem devia ser muito).
Mal posso esperar pelo próximo ano lectivo porque se for tão bom como foi este então vale a pena assistir às aulas na Academia Portucalis. Se ainda não experimentaram esta parte do Second Life® deixo aqui o convite para experimentarem quando as aulas recomeçarem.
O que têm o Second Life®, o Dofus e os CTT em comum?
Aparentemente são assuntos sem nenhuma ligação directa mas afinal todos estão ligados por um denominador comum. O Payshop, do grupo CTT, oferece agora mais um serviço que será certamente ser bastante útil a quem usa os serviços pagos do Second Life® e do Dofus.
Para o Second Life® agora já é possível comprar os Linden™ Dolars pagando nos agentes do Payshop. O serviço é oferecido em associação com a Virtualnauta, que no seu site explica todo o procedimento. Já no dia 13 de Julho o blog Portucalis noticiava o pré-lançamento que foi muito bem recebido pela comunidade portuguesa do Second Life®.
Mas as novidades associadas ao Payshop não são só estas.
Agora também no Dofus é possível utilizar este serviço. Aqui o serviço é oferecido em associação à paysafecard. Basta comprar cartões pré-pagos no Payshop e depois escolher essa forma de pagamento quando se for pagar a subscrição no Dofus.
Apesar de em ambos os casos esta opção sair mais cara do que o uso do Cartão de Crédito é bastante útil para quem não tem este meio de pagamento ou não o pretende utilizar na internet.
Ainda não experimentei em Second Life® mas de acordo com o M2Life Paravane até é um bocado penalizadora e não consegui descobrir em lado nenhum a cotação oficial.
Quanto ao Dofus para a subscrição de 1 mês (28 dias) em vez dos habituais 5,00€ pagamos um total de 5,90€ quando usamos o Payshop. Na minha opinião até nem é muito penalizador e sempre fica mais barato do que utilizando os SMS, onde temos de enviar 4 mensagens a 2,00€ cada (e logo pagando um total de 8,00€).
Nos últimos tempos tem-se falado muito de música ao vivo no Second Life®. No blog Portucalis tanto a Summer Wardhani como o M2life Paravane explicaram os seus pontos de vista. O primeiro post mais na perspectiva de dono das “venue” e o segundo mais focado no lado do artista.
Devo dizer que compreendo a maioria dos seus pontos de vista e até concordo com eles. É claro que os artistas gostam de receber algum pelo seu trabalho. E é claro que os donos das “venues” querem também ver o seu investimento compensar de alguma forma. Só não acho que os eventos pagos sejam a solução. Até porque a qualidade (que depende principalmente do próprio Second life® e se traduz no famoso lag) pode reduzir muito com o aumento de utilizadores. As tips ajudam mas quem não tem dinheiro também não dá tips, ou só dá ao artista. Acho que a única solução passa mesmo pelos patrocínios e apoios. Além do possível aumento de tráfego que eventualmente se consiga. Então porque estou a escrever este post? Bem acho que, e apesar da Summer ter abordado ligeira o assunto, falta a visão do simples utilizador.
Passo a explicar melhor. A minha experiência com o Second Life® é ainda um pouco recente. Mas uma coisa já sei: não faço tensões de gastar dinheiro com isto. Com um outro jogo MMORPG muito conhecido talvez ainda pense no assunto. Com o Second Life® não.
Nos últimos tempos tenho perdido algum tempo a procurar melhorar o aspecto do meu avatar. Tenho procurado as famosas freebies e graças a algumas estou com um melhor aspecto (a propósito mais uma vez obrigado Winter pelas ofertas e pelas fabulosas freebies que existem em Portucalis). Não vou gastar dinheiro a comprar roupas ou acessórios virtuais. Dinheiro a sério, pois os Lindens™ necessários teriam de ser comprados. Ainda por cima porque o único dinheiro virtual que tenho veio do camping (e aqueles L$41 custaram muito a ganhar apesar de ter estado sentado).
Voltando mais ao assunto do post e pelo que já disse também não vou gastar dinheiro a ouvir música em Second Life®. Porquê?
Uma das principais razões é que também não o gasto na vida real. Gosto bastante de música. Não pensem o contrário. Passo a maioria do dia a ouvir música. Seja rádio, CD´s, MP3 ou no YouTube.
Outra razão é que acho que a experiência de ouvir música ao vivo no Second Life® é ainda pior que na vida real. O único concerto que assisti até agora foi o de Virtual Floyd em Portucalis. Não gostei muito. Havia muita gente a fazer barulho (assobios e palmas principalmente) e o famoso lag não ajudou muito. A música estava num stream em tempo real mas todas a gente movia-se tipo aqueles filmes do início do cinema (mesmo de início): aos solavancos. Era difícil mover o avatar e o PC acabou por encravar. Não me parece pois que haja muitas pessoas a pagar para ter um serviço que por vezes (e volto a frisar que a culpa não é dos artistas nem dos proprietários) não é bom. Ou para terem o computador a ir abaixo (graças ao excelente software do Second Life®) e darem por si outra vez de fora do evento.
Tenho a impressão que, tal como eu, a maioria dos utilizadores do Second Life® está nisto para se divertir um pouco. Conhecer pessoas e ver locais. Claro que vai haver sempre a vertente de negócio neste mundo virtual (também a há no mundo real não é?) mas parece-me que quem realmente ganha muito dinheiro com isto é mesmo a Linden Research, Inc.