Posts tagged: MMORPG

World of Warcraft a chegar ao iPhone [Rumores]

Esta é talvez uma das notícias mais esperadas para os utilizadores do iPhone que jogam World of Warcraft.

Apesar de o site Massively admitir que ainda não há confirmação oficial por parte da Blizzard, pelo vídeo tudo leva a crer que a Vollee desenvolveu um cliente do World of Warcraft para o iPhone.

A ser verdade vai tornar o World of Warcraft verdadeiramente jogável em qualquer lado, tudo com apenas um telemóvel.

Apesar de ser um interface bastante mais simples que o do próprio jogo pelo que pude ver no vídeo permite jogar World of Warcraft quase com todas as potencialidades.

Foi esta mesma Vollee que em Junho passado apresentou também um cliente bastante promissor para o Second Life®, e que é espcialista em streams para interfaces mobile.

Acho que a ser verdade esta vai ser a última desculpa para comprar um iPhone para mim. E assim poder jogar World of Warcraft mais vezes.

Via Massively.

DOFUS [Dofus]

Just like the post before this is also something like “the best of 2008″. At least for me.

One of the many games that I tried during the past year was DOFUS. I must admit that my first impression of the game wasn’t the best one.

I got to know DOFUS because the fellows at Ankama send me a press release about the new server for the Portuguese community (Brazil and Portugal).

The problem with many MMORPG is the language: English. Although this choice of language will reach a greater range of players, also draws away a lot of players who do not speak or feel comfortable with English. So increasingly MMORPG offer servers in several languages.

This is the case of DOFUS. The Portuguese server of this game was launched during April 2008 and quickly achieved success among the players who speak Portuguese (Brazilian players in particular).

As for me after two months I was playing in the international server and completely abandoned the Portuguese speaking one.

The game concept is not different from many existing ones. But if it works why change it?

But DOFUS has a unique look. Is inspired in Manga characters and the design team did a great job at it.  And is entirely based on Flash that gives him a big advantage over other titles out there as it runs in almost every computer (new or old).

There are 12 characters and 20 professions. For a player with some experience in RPG it’s easy to identify the choices to be made and the professions to follow but for a beginner it’s not so easy. But at least with this diversity you can not become bored.

It’s a fun game and well thought. Has an excellent gameplay and the combat engine is very well made. Here again DOFUS presents something different, where tactics in battles are also important. It is not enough to have a strong character and well built. The tactical ability can (and it will) also make a difference.

Finally I wanted to emphasize the great solution to avoid a common problem in MMORPG: lag. When the computer detects having some lag it changes the design of the characters from 3D to 2D images, which almost solves the problem immediately. When the problems passes the graphics go back to normal.

I enjoy playing it and continue to do so. In free to play mode you can have access to a restricted area. Those who want more have to pay to have access to updates, new sites and other content. 5,00€ per month is after all a good deal.

Review:

Mais um fim: Tabula Rasa [Game Over]

Este fim do ano está a ficar marcado pelo fim de alguns projectos que pareciam promissores. Depois do Lively do Google é a vez do MMO Tabula Rasa.

Foi notícia em todos os principais sites dedicados a esta temática e de acordo com o comunicado oficial da equipa do Tabula Rasa também este jogo foi uma aposta falhada. A quantidade de jogadores nunca chegou aos números previstos o que num MMO é muito importante. Como tal o jogo nunca chegou a ser o que se pretendia e a sua piada foi sempre muito limitada. Por isso este fim não é surpresa nenhuma para ninguém.

Depois de ter sido lançado em Novembro de 2007 e ao fim de um pouco mais de um ano é anunciado o seu fim para 28 de Fevereiro de 2009. Como presente de despedida os servidores vão estar disponíveis para se jogar de forma gratuita após 10 de Janeiro de 2009.

Será este último período uma última tentativa para finalmente trazer um elevado número de jogadores? Poderá afinal o Tabula Rasa ainda sobreviver mais algum tempo? Fica a pequena esperança e quem sabe talvez o Tabula Rasa ainda dure mais algum tempo.

É hoje o lançamento da nova expansão de World of Warcraft [The Wrath of the Lich King]

Para quem acompanha o mundo dos MMORPG e em especial o World of Warcraft (WoW) esta notícia não é novidade nenhuma. É hoje (12 de Novembro) lançada a nova expansão do jogo: The Wrath of the Lich King.

Também em Portugal a expansão fica disponível após as 23h59 um pouco à semelhança do que vai acontecer pelo resto do mundo. Para o efeito as lojas Media Markt vão ficar abertas até mais tarde e quem ainda não tem a edição especial de coleccionador e não quiser esperar pelo dia seguinte pode comprar ainda hoje esta nova expansão.

O World of Warcraft é um dos jogos mais populares de MMO actualmente no mercado e a prova disso são os 11 milhões de jogadores activos por todo o mundo.

O jornal “O Público” mostra uma reportagem de uma família portuguesa onde todos jogam WoW. Não percam pois é bastante interessante ver como esta família de uma forma saudável se entretém com este jogo.

Acho que é um exemplo a seguir e mostra como pode ser divertido jogar MMO’s em família sem entrar nos excesso de que por vezes se fala neste tipo de jogos. A maneira como eles lidam com o jogo e até o filho de 5 anos jogar é excelente.

Gostei bastante da parte da mãe que explica que já não entendia as conversas à mesa e começou a jogar por causa disso. Quando disse que tinha duas profissões estava a ver que ia incluir uma do jogo.

UPDATE: Na FNAC também se vai poder comprar o jogo às 23h59 de hoje. Obrigado iPhil.

As funcionalidades pagas introduzem desequilíbrios nos jogos online? [Opinião]

Actualmente já existem muitos jogos online que são gratuitos e que recorrem a funcionalidades pagas para se financiarem. São uma excelente alternativa aos jogos totalmente pagos e alguns são mesmo bastante bons e até casos de sucesso.

Já aqui abordei uma vez a escolha entre jogos pagos e jogos gratuitos e sou da opinião que ter algumas funcionalidades pagas é a melhor maneira de rentabilizar um jogo online.

Mas será que as funcionalidades pagas, e logo acessíveis apenas a alguns, criam desvantagens sobre os jogadores que não pagam?

Em conversa com o Pedro Santos, um dos criadores do Orion’s Belt, sobre funcionalidades pagas nos jogos MMO cheguei à conclusão que acho que as pessoas já se habituaram a que quem paga tem algumas vantagens extra. E não é por isso que as pessoas deixam de jogar alguns jogos.

Na realidade a maioria das funcionalidades pagas desequilibra pouco, se bem feitas, porque quem usa mais isso são os novos jogadores. Quando se está bem desenvolvido não vale a pena gastar dinheiro porque já se conseguiu atingir um bom nível de produção e poder.

Sou mesmo da opinião que na verdade até equilibra um pouco mais as coisas ter funcionalidades pagas.

Dou três exemplos que conheço bem:

1. No Travian existem algumas funcionalidades pagas, apesar de a base do jogo ser gratuita. Admito que já não jogo há algum tempo, mas acho que ainda se mantém algo do género: mediante o pagamento de um certo valor (em dinheiro a sério) o jogador tem direito a uma série de bónus. Há à escolha bónus na defesa ou no ataque ou bónus de produção.

Normalmente a maioria dos jogadores no Travian à medida que se vai desenvolvendo deixa de precisar deste tipo de ajudas. Mas ao início dá muito jeito porque a nossa força é por vezes muito reduzida. E assim escusamos de sofrer do Efeito Travian com tanta força.

Tirando estes bónus não existe mais nenhuma diferença significativa entre quem paga e quem joga gratuito.

2. O Dark Swords também é gratuito. O jogador tem acesso à totalidade do mapa e pode fazer todo o tipo de combate (PvP e PvE). Na vertente gratuita não há qualquer limitação no equipamento, poções, quests, etc…

No Dark Swords existem alguns equipamentos pagos que são muito mais poderosos. Da mesma forma o acesso a um avatar personalizado é pago (e há alguns muito bons).

Claro que quem paga é muito mais poderoso, mas pelo que vi, no Dark Swords, os jogadores normalmente só se metem com outros do mesmo nível. Em todo o caso existe um mecanismo que só permite atacar jogadores em algumas zonas e mesmo assim a diferença de nível tem de ser de 25% (para cima ou para baixo).

3. No Dofus os jogadores no modo gratuito só têm acesso a cerca de 5% do mapa. Não podem fazer PvP e não podem ter mascotes (que dão bónus em alguns dos valores do nosso personagem). Algumas dessas mascotes só estão disponíveis quando se faz a subscrição (são um presente).

Além disso recentemente abriram um servidor especial (com o triplo da experiência e de objectos recolhidos) que é exclusivo para subscritores.

São três exemplos de jogos de base gratuita com funcionalidades pagas e nos quais nunca vi ninguém queixar-se de haver desequilíbrios por causa disso. Com excepção do Travian nos outros os mais fortes não costumam atacar os mais fracos (porque além de haver alguns mecanismos de protecção não dá pontos se houver uma grande diferença e por isso não vale a pena perder tempo). Claro que há sempre a excepção de um ou outro parvo de vez em quando.

As funcionalidades pagas são maneiras de rentabilizar um jogo, que não obrigam a pagar para se jogar, e permitem manter o jogo divertido. Não sei até se em alguns casos não ajudará até os mais novos (e logo mais fracos) a aguentarem-se melhor.

Gold farming e lavagem de dinheiro [Notícias]

Numa zona do mundo os MMO são extremamente populares (em especial na Coreia e na China) e são uma actividade muito lucrativa o gold farming é outra vez notícia. E não pelas melhores razões.

Apesar de ainda não serem claras as ligações exactas a polícia Coreana prendeu o líder de um grupo criminoso que fazia lavagem de dinheiro para um grupo de gold farming. Este último produzia o dinheiro dos jogos através de programas ilegais ou recorrendo a mão de obra barata.

Calcula-se que ao longo de 18 meses tenham sido movidos algo como 38 milhões de dólares entre a Coreia e a China, o que mostra como este tipo de actividade ilícita pode ser bastante lucrativo.

Já aqui tinha avisado para os perigos do gold farming e de possíveis ligações a organizações criminosas. Vemos agora que pode também por vezes haver algum risco criminal por nos envolvermos de algum modo com esta actividade, pois de acordo com a polícia Coreana mais onze pessoas poderão estar envolvidas ou pelo menos as suas contas bancárias foram utilizadas.

Além dos perigos criminais (como neste exemplo) muitos jogos já expulsam quem recorre a estas actividades (seja como comprador ou vendedor), o que vem reforçar a ideia que não vale mesmo a pena arriscar. São também conhecidos alguns casos em que após a compra não é entregue nada em troca, sendo o comprador burlado e ficando sem ninguém a quem recorrer para ver a situação resolvida.

Via Kotaku e Massively.

Ter 36 contas de World of Warcraft [Multi-Boxing]

Será exagero. Talvez. Mas certamente exige muita coordenação e dedicação.

Um jogador chamado Prepared (e não Bradster com foi anunciado em alguns sites) deixou o mundo de World of Warcraft (e dos jogos MMO em geral) abismado com o seu hobbie.

36 contas de WoW

Imagem por: Xzin-WoW

Este jogador decidiu fazer deste jogo um passatempo solitário e usa as suas 36 contas ao mesmo tempo.

É uma abordagem (bem) diferente. Desta forma ele consegue fazer os raids sem ter que depender de outros jogadores. No entanto na minha opinião isto tira um pouco o gozo dos jogos MMO pois retira por completo a componente social. Mesmo que queira interagir com outros jogadores deve ser complicado fazê-lo ao mesmo tempo que tenta coordenar as 36 contas.

Mas quando se trata de PvP acho que cria uma desvantagem face aos outros jogadores. Desta forma ele consegue atacar outros jogadores sem precisar de apoio de ninguém. Mas como está dentro das regras do jogo é possível. Pessoalmente acho que não o faria.

Claro que esta brincadeira não sai barata. Só em subscrições ele gasta 5.711 dólares anualmente (em planos com duração de 6 meses). Quando sair a nova expansão do jogo já anunciou que vai comprar 36 caixas o que significa despender cerca de 1.500 dólares. Mesmo assim, tal como ele afirma, não é dos hobbies mais caros de se ter.

Para o conseguir fazer ele montou 11 computadores que usa para gerir as contas.

Retirado de: http://i183.photobucket.com/albums/x45/Xzin-WoW/mycomputers022fo5.jpg

Imagem por: Xzin-WoW

11 PC's

Imagem por: Xzin-WoW

Devo admitir que é um cenário bastante impressionante.

Pessoalmente acho que não conseguia gerir tantas contas ao mesmo tempo, se bem que talvez com a prática se consiga chegar a este nível. É um desafio.

No Dark Swords já joguei com duas contas (em dois computadores) ao mesmo tempo. E já tenho planos para jogar com mais podendo se conseguir ir até aos 5 personagens. No entanto não tenciono entrar em PvP pois como já disse acho pouco leal.

Apesar das contas serem grátis o problema é que necessito de ter 5 computadores pois o jogo só corre uma vez em cada computador (e não é permitido ter dois clientes a funcionar em simultâneo).

Ter Animais no Sherwood MMORPG [Dicas]

De forma a tentar responder às perguntas que têm sido feitas fiz umas pesquisas e aqui fica a informação.

Para se poder ter animais no jogo Sherwood MMORPG é preciso ter uma conta no jogo. Para isso basta escolher a opção “Create Free Acount”. É gratuito criar conta.

Para se ter um animal é preciso ter conta criada e pagar um valor (5 dólares da última vez que vi) por cada um deles para um período de 1 ano.

No Sherwood MMORPG há vários animais à escolha: cavalo, lobo, dragão e aranha. O preço é igual para todos.

Nota: Por enquanto só é possível ter animais na versão Sherwood Dungeon. Em breve esta funcionalidade deve estar disponível em todas as versões.

400.000 a trabalhar no Gold Farming [MMORPG]

É o que afirma um estudo feito pela Universidade de Manchester, de acordo com uma notícia da BBC.

A maioria são chineses e ganham vencimentos abaixo dos 250 dólares mensais.

O número exacto de pessoas envolvidas no Gold farming, um autentico negócio que se estima envolver cerca de meio milhão de dólares anuais, é difícil de calcular pois ainda tem alguns contornos menos claros e por vezes até ilegais. Especula-se que em alguns países há até máfias envolvidas. Isto faz com que recorrer a estes serviços seja um risco. Há casos de contas roubadas e frequentemente não é prestado nenhum serviço em troca do pagamento resultando numa fraude com a perda do dinheiro por parte do cliente.

O mesmo estudo mostra que é sobretudo nos países em vias de desenvolvimento que se encontra esta mão de obra. Isto acontece principalmente pois nestes países encontram-se pessoas  dispostas a trabalhar muitas horas e por pouco dinheiro. No outro lado temos os clientes, que se localizam principalmente em países desenvolvidos. Aqui encontramos pessoas com pouco tempo disponível para ocupar nos jogos mas com bastantes recursos financeiros disponíveis. Acaba por ser o mercado a funcionar que faz com que estes dois grupos façam negócio.

Um dos principais jogos afectados por este negócio é o World of Warcraft, se bem que na quase a maioria dos principais MMO já é possível recorrer a estes serviços. Por exemplo no Dofus, que costumo jogar, é frequente os anúncios à compra de Kamas (a moeda do jogo), chegando a haver concorrência entre empresas fornecedoras.

Na minha opinião recorrer ao Gold Farming e ao Power Leveling tira um bocado da piada aos jogos, assim como recorrer a cheats e a códigos como já disse anteriormente. Além disso na maioria dos jogos (se não mesmo todos) é contra as regras e pode levar à expulsão.

No entanto isto acontece frequentemente e pode estar também relacionado com a dificuldade de alguns jogos. De forma a manter o interesse dos jogadores mais experientes e mais habilidosos é frequente alguns jogos terem Curvas de Dificuldade muito acentuadas. Isto leva a que os jogadores menos experientes se veja forçado a contornar um pouco as regras. Além disso o tempo necessário para desenvolver os nossos personagens em alguns dos jogos é um pouco excessivo. E como nem toda a gente tem disponibilidade acaba por recorrer ao Power Leveling para conseguir ter personagens de níveis superiores e assim experimentar o jogo a outro nível.

Há também quem recorra a estes serviços para depois poder desfrutar do jogo nas suas capacidades totais (pois tem um personagem mais desenvolvido). O que escapa a estas pessoas é que parte da piada do jogo é o desenvolver a nossa personagem. Dessa forma aprende-se bastante sobre o jogo e ganha-se uma experiência fundamental para utilizar personagens de nível elevado.

Pessoalmente não aprovo muito este tipo de comportamento, pois desvirtua o divertimento saudável que se pretende. Mas nem todos partilham dessa opinião.

Análise ao jogo Seafight [Game Review]

Seafight é, sem dúvida, um jogo MMO. Para o melhor e para o pior.

Seafight

Comecemos pelo melhor. O Seafight apresenta a sua maior vantagem nos seus vários servidores. Apesar de esta característica não ser exclusiva deste jogo o facto é que está disponível em várias línguas (pelo menos as principais línguas europeias). Ao contrário de muitos jogos disponíveis em várias línguas neste caso a tradução para português e a ajuda estão muito bem feitas. Certamente mais um ponto a favor neste jogo produzido pela Bigpoint GmbH.

Junta-se o conseguir correr num browser qualquer sem necessidade de nenhuma instalação especial (eu experimentei no Firefox 3, Internet Explorer 6 e 7) e temos à partida uma fórmula que pode garantir o sucesso (pode ser necessário ter o Shockwave instalado mas como já o tinha de jogos anteriores não me foi pedido nenhuma instalação. Em todo o caso é um extra gratuito e que facilmente se arranja e instala). Não necessita de grandes requisitos se bem que por vezes senti algum lag ligeiro.

Seafight

Em temos de jogo o modelo utilizado é muito semelhante ao já muito conhecido e experimentado (principalmente pela Gameforge – criadora do Ogame e de Dark Pirates, por exemplo) onde a maioria dos equipamentos e navios é gratuita. Para ter os itens realmente bons e que marcam a diferença em combate é necessário despender dinheiro a sério.

Ao início consegue-se facilmente sobreviver sem gastar dinheiro no jogo. Existe uma grande quantidade de monstros para matar e dessa forma ganhar ouro (moeda do jogo que se obtém de forma gratuita) apesar de não haver muita variedade. Aliás esse é mesmo um dos problemas deste jogo: não tem muita variedade. Tendo em conta que não é um jogo muito complicado, mas graficamente muito bem feito e apelativo visualmente, o problema acaba mesmo por ser a falta de variedade. Acaba por tornar o jogo repetitivo levando-o a perder alguma piada.

Mas como nem só de monstros vive um homem (ou um pirata neste caso) o jogo tem também disponível a variedade PvP. Apesar de gostar muito de jogos MMO a vertente PvP nunca foi das minhas favoritas pelo que neste campo a minha opinião pode ser algo parcial. No Seafight o modelo de PvP escolhido não é dos meus favoritos. Para atacar um qualquer jogador basta encontrá-lo no mapa, seleccioná-lo e atacar. Não é preciso desafiar nem é preciso esperar. Para se fugir acontece o mesmo, bastando para ter sucesso ser mais rápido.

É aqui na parte do PvP que acho que está a maior falha do Seafight. Sendo um jogo gratuito onde os melhores equipamentos só estão disponíveis para quem paga pelos extras estão criadas as condições para haver algum desequilíbrio. Se a isto se juntar o facto de não haver nenhuma limitação quando se ataca um outro jogador (seja em termos de potência ou de nível) vemos que os jogadores mais fortes (e mais antigos) de forma continuada atacam os mais fracos. Isto torna muito difícil conseguir progredir e conseguir desenvolver o nosso navio. A única vantagem é que um novo navio do modelo mais básico não exigem nenhum recursos e mantemos a nossa tripulação.

Em termos de preços dos extras pagos parece-me um pouco elevado tendo em conta tudo o que já disse. As pérolas (moeda do jogo obtida com recurso a dinheiro a sério) custam entre 2€ para 5.000 pérolas e 99€ para 330.000 pérolas (um navio custa 69.000 pérolas e um canhão custa 7.500 pérolas por exemplo). Existem ainda outras vantagens de ter uma conta Premium (30€ por 6 meses ou 50€ por 1 anos) mas não me parece que valha a pena. No entanto para quem pretende passar muito tempo neste jogo e fazer “carreira” como pirata é sem dúvida essencial aderir às funcionalidades pagas. Não só reduzem muitos dos tempos das actividades como permitem ter acesso às funcionalidade mais poderosas.

Em resumo: é um jogo bem feito e indicado para quem gosta de PvP, mas que rapidamente se vai tornar aborrecido. É caro e sem grande piada para o preço pedido pelo que na minha opinião não vale a pena pagar. Talvez jogar no modo gratuito enquanto tiver piada. Só se safa porque permite jogar num browser qualquer, graficamente está bem feito e bem traduzido.

Classificação:

3 Estrelas

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