Sou um grande apreciador de covers. Sempre fui, e acho que é a maneira como alguém consegue dar outro felling e cunho a uma música conhecida que me atrai.
A mim falta-me a qualidade e o jeito para palavras tão eloquentes, e por isso aproveito e roubo as dele.
Isto tudo para dizer que gostei. Muito. E recomendo fortemente não só esta música como toda a restante colectânea Vintage Café – Lounge & Jazz Blends onde esta música está inserida. Esta e muitas mais que para apreciadores de covers serão uma verdadeira delícia.
Não costumo falar aqui muito de música, mas é uma das coisas que gosto. E em especial música portuguesa (seja em Português ou por artistas portugueses).
Como tal não podia deixar passar ao lado o novo vídeo, Stop 4 A Minute. Por várias razões.
Primeiro, porque é uma excelente música, por um excelente artista.
Depois porque não pude deixar de me lembrar de Marlyn Manson durante algumas das cenas do vídeo. E devo admitir gostei. Gostei mesmo muito. Genial e de uma grande coragem.
Durante grande parte do meu dia oiço música. É uma companhia enquanto trabalho e ajuda a melhorar um pouco a disposição.
E se recentemente já começava a ficar um pouco farto de ouvir sempre as mesmas coisas tive a sorte de, graças ao Nuno Nunes, descobrir o thesixtyone.
No fundo o thesixtyone é mais uma rede social, desta vez dedicada à música. Os próprios músicos podem fazer o upload das suas obras e acabam por ser os próprios utilizadores do site que decidem o que gostam ou não.
Acaba pois por ser uma excelente forma de alguns dos novos artistas se darem a conhecer e divulgarem o seu trabalho, sem ficarem dependentes de editoras ou outros. Muitas das músicas são publicadas com licenças Creative Commons e pode até ser feito o seu download.
Pessoalmente tenho descoberto bastantes músicas na área do jazz que acabam por ser o ritmo ideal para acompanhar o dia de trabalho.
O próprio site é muito simples de utilizar e introduz várias vertente muito interessantes na parte social.
Uma dessas vertentes é permitir escolher as músicas favoritas (através da atribuição de um coração) e ir gravando músicas para partilhar com outros utilizadores que nos sigam nesta rede. Além disso ainda permite ter 3 músicas na nossa página inicial que achemos que valem a pena ser conhecidas.
A segunda vertente, e das que mais me atrai, é ter uma série de quests para ir fazendo. São pequenas missões ou tarefas que ao ser completadas nos permitem aumentar a nossa reputação dentro do site e ganhar mais corações para favoritar músicas. Este tipo de interacção também acaba por ter a função de nos ir dando a conhecer algumas das funções do site e “obriga-nos” a ir descobrindo coisas novas (tanto em grupos como estilos diferentes de música).
Para quem gosta de música e quer conhecer coisas novas recomendo fortemente o thesixtyone. É totalmente grátis bastando fazer o registo. Caso o façam no campo em que pede o referral ponham “airdiogo” (agradeço essa atenção).
Numa última nota, para os utilizadores do Last.fm, este site também faz o audioscrobble e mantém assim o perfil actualizado com os nossos gostos.
Um rezzday é a designação dada aos aniversários que se fazem neste mundo virtual.
Devo dizer que gostei bastante. O M2life Paravane estava encarregue da música e através de um stream enviou alguns dos êxitos do meu tempo (e do de muitos dos presentes pelo que percebi), o que ainda ajudou a tornar tudo mais divertido.
De início havia algum lag devido ao elevado número de avatares presentes (alguns com demasiados prims até), o que só atesta a excelente pessoa que o Jao é. Mais tarde e à medida que a maioria foi abandonando a festa o lag passou.
Foi a minha primeira festa virtual no Second Life® e gostei bastante. É certamente algo a repetir numa próxima oportunidade.
(Parabéns também à Star Miklos pela excelente organização e ter conseguido fazer esta surpresa ao Jao)
Nos últimos tempos tem-se falado muito de música ao vivo no Second Life®. No blog Portucalis tanto a Summer Wardhani como o M2life Paravane explicaram os seus pontos de vista. O primeiro post mais na perspectiva de dono das “venue” e o segundo mais focado no lado do artista.
Devo dizer que compreendo a maioria dos seus pontos de vista e até concordo com eles. É claro que os artistas gostam de receber algum pelo seu trabalho. E é claro que os donos das “venues” querem também ver o seu investimento compensar de alguma forma. Só não acho que os eventos pagos sejam a solução. Até porque a qualidade (que depende principalmente do próprio Second life® e se traduz no famoso lag) pode reduzir muito com o aumento de utilizadores. As tips ajudam mas quem não tem dinheiro também não dá tips, ou só dá ao artista. Acho que a única solução passa mesmo pelos patrocínios e apoios. Além do possível aumento de tráfego que eventualmente se consiga. Então porque estou a escrever este post? Bem acho que, e apesar da Summer ter abordado ligeira o assunto, falta a visão do simples utilizador.
Passo a explicar melhor. A minha experiência com o Second Life® é ainda um pouco recente. Mas uma coisa já sei: não faço tensões de gastar dinheiro com isto. Com um outro jogo MMORPG muito conhecido talvez ainda pense no assunto. Com o Second Life® não.
Nos últimos tempos tenho perdido algum tempo a procurar melhorar o aspecto do meu avatar. Tenho procurado as famosas freebies e graças a algumas estou com um melhor aspecto (a propósito mais uma vez obrigado Winter pelas ofertas e pelas fabulosas freebies que existem em Portucalis). Não vou gastar dinheiro a comprar roupas ou acessórios virtuais. Dinheiro a sério, pois os Lindens™ necessários teriam de ser comprados. Ainda por cima porque o único dinheiro virtual que tenho veio do camping (e aqueles L$41 custaram muito a ganhar apesar de ter estado sentado).
Voltando mais ao assunto do post e pelo que já disse também não vou gastar dinheiro a ouvir música em Second Life®. Porquê?
Uma das principais razões é que também não o gasto na vida real. Gosto bastante de música. Não pensem o contrário. Passo a maioria do dia a ouvir música. Seja rádio, CD´s, MP3 ou no YouTube.
Outra razão é que acho que a experiência de ouvir música ao vivo no Second Life® é ainda pior que na vida real. O único concerto que assisti até agora foi o de Virtual Floyd em Portucalis. Não gostei muito. Havia muita gente a fazer barulho (assobios e palmas principalmente) e o famoso lag não ajudou muito. A música estava num stream em tempo real mas todas a gente movia-se tipo aqueles filmes do início do cinema (mesmo de início): aos solavancos. Era difícil mover o avatar e o PC acabou por encravar. Não me parece pois que haja muitas pessoas a pagar para ter um serviço que por vezes (e volto a frisar que a culpa não é dos artistas nem dos proprietários) não é bom. Ou para terem o computador a ir abaixo (graças ao excelente software do Second Life®) e darem por si outra vez de fora do evento.
Tenho a impressão que, tal como eu, a maioria dos utilizadores do Second Life® está nisto para se divertir um pouco. Conhecer pessoas e ver locais. Claro que vai haver sempre a vertente de negócio neste mundo virtual (também a há no mundo real não é?) mas parece-me que quem realmente ganha muito dinheiro com isto é mesmo a Linden Research, Inc.