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Eu gosto de músicas assim*: Rayuela – Gotan Project

Conheci Gotan Project pouco depois do lançamento do seu primeiro álbum, graças ao meu irmão  que me ofereceu pelo natal um CD deles.

La Revancha del Tango foi assim a minha iniciação ao Tango Electrónico (ou o que lhe quiserem chamar tanto me faz),

Desde então que me acompanham. Para trabalhar é uma companhia quase ideal, graças ao ritmo calma e melodias que descontraem.

Tango 3.0 é o seu trabalho mais recente. Podia destacar aqui várias músicas (na realidade quase todas). Mas este Rayuela é talvez uma das favoritas entre as favoritas.

 

(link para ver o vídeo)

 

Eu gosto de músicas assim*.

 

(* – o título deste post é roubado daqui)

Creep [Música]

Sou um grande apreciador de covers. Sempre fui, e acho que é a maneira como alguém consegue dar outro felling e cunho a uma música conhecida que me atrai.

Já tinha falado antes da música Creep, na altura uma versão de Karen Souza.

Desta vez a mesma música é interpretada pelo Vega Choir, numa versão que entra directamente para uma das minhas favoritas.

(link do vídeo)

Também vale a pena dar uma vista de olhos à versão do Vega Choir de Come as you are.

Um obrigado ao Nuno Saraiva, do Mente Positiva que partilhou esta descoberta.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Covers

Karen Souza – Creep [Música]

“É muito cool – como se estivesse num bar mais ou menos decrépito, em fim de noite, com uma cantora cansada no palco e o som de copos a serem arrumados apressadamente pelo homem do bar. Em suma, este é um «Creep» em modo ressaca.” É assim que o Marco, do Bitaites, descreve esta fabulosa versão de Creep por Karen Souza.

A mim falta-me a qualidade e o jeito para palavras tão eloquentes, e por isso aproveito e roubo as dele.

Isto tudo para dizer que gostei. Muito. E recomendo fortemente não só esta música como toda a restante colectânea Vintage Café – Lounge & Jazz Blends onde esta música está inserida. Esta e muitas mais que para apreciadores de covers serão uma verdadeira delícia.

(link do vídeo)

Stop 4 A Minute [Música]

Não costumo falar aqui muito de música, mas é uma das coisas que gosto. E em especial música portuguesa (seja em Português ou por artistas portugueses).

E se há gajo que admiro é o David Fonseca. Já vem de longe, do tempo dos Silence 4.

Como tal não podia deixar passar ao lado o novo vídeo, Stop 4 A Minute. Por várias razões.

Primeiro, porque é uma excelente música, por um excelente artista.

Depois porque não pude deixar de me lembrar de Marlyn Manson durante algumas das cenas do vídeo. E devo admitir gostei. Gostei mesmo muito. Genial e de uma grande coragem.

Por isso vale a pena dar um salto ao Weblog do David Fonseca e ver o vídeo.

Update:

(link do vídeo)

thesixtyone [Música on-line]

Durante grande parte do meu dia oiço música. É uma companhia enquanto trabalho e ajuda a melhorar um pouco a disposição.

E se recentemente já começava a ficar um pouco farto de ouvir sempre as mesmas coisas tive a sorte de, graças ao Nuno Nunes, descobrir o thesixtyone.

No fundo o thesixtyone é mais uma rede social, desta vez dedicada à música. Os próprios músicos podem fazer o upload das suas obras e acabam por ser os próprios utilizadores do site que decidem o que gostam ou não.

Acaba pois por ser uma excelente forma de alguns dos novos artistas se darem a conhecer e divulgarem o seu trabalho, sem ficarem dependentes de editoras ou outros. Muitas das músicas são publicadas com licenças Creative Commons e pode até ser feito o seu download.

Pessoalmente tenho descoberto bastantes músicas na área do jazz que acabam por ser o ritmo ideal para acompanhar o dia de trabalho.

O próprio site é muito simples de utilizar e introduz várias vertente muito interessantes na parte social.

Uma dessas vertentes é permitir escolher as músicas favoritas (através da atribuição de um coração) e ir gravando músicas para partilhar com outros utilizadores que nos sigam nesta rede. Além disso ainda permite ter 3 músicas na nossa página inicial que achemos que valem a pena ser conhecidas.

A segunda vertente, e das que mais me atrai, é ter uma série de quests para ir fazendo. São pequenas missões ou tarefas que ao ser completadas nos permitem aumentar a nossa reputação dentro do site e ganhar mais corações para favoritar músicas. Este tipo de interacção também acaba por ter a função de nos ir dando a conhecer algumas das funções do site e “obriga-nos” a ir descobrindo coisas novas (tanto em grupos como estilos diferentes de música).

Para quem gosta de música e quer conhecer coisas novas recomendo fortemente o thesixtyone. É totalmente grátis bastando fazer o registo. Caso o façam no campo em que pede o referral ponham “airdiogo” (agradeço essa atenção).

Numa última nota, para os utilizadores do Last.fm, este site também faz o audioscrobble e mantém assim o perfil actualizado com os nossos gostos.

Festa do Jao Markstein [Second Life®]

Este fim semana fui visitar outra vez o Second Life® pois era a festa de rezzday do Jao Markstein.

Um rezzday é a designação dada aos aniversários que se fazem neste mundo virtual.

Devo dizer que gostei bastante. O M2life Paravane estava encarregue da música e através de um stream enviou alguns dos êxitos do meu tempo (e do de muitos dos presentes pelo que percebi), o que ainda ajudou a tornar tudo mais divertido.

De início havia algum lag devido ao elevado número de avatares presentes (alguns com demasiados prims até), o que só atesta a excelente pessoa que o Jao é. Mais tarde e à medida que a maioria foi abandonando a festa o lag passou.

Foi a minha primeira festa virtual no Second Life® e gostei bastante. É certamente algo a repetir numa próxima oportunidade.

(Parabéns também à Star Miklos pela excelente organização e ter conseguido fazer esta surpresa ao Jao)

Música ao vivo no Second Life® [Second Life®]

Nos últimos tempos tem-se falado muito de música ao vivo no Second Life®. No blog Portucalis tanto a Summer Wardhani como o M2life Paravane explicaram os seus pontos de vista. O primeiro post mais na perspectiva de dono das “venue” e o segundo mais focado no lado do artista.

Devo dizer que compreendo a maioria dos seus pontos de vista e até concordo com eles. É claro que os artistas gostam de receber algum pelo seu trabalho. E é claro que os donos das “venues” querem também ver o seu investimento compensar de alguma forma. Só não acho que os eventos pagos sejam a solução. Até porque a qualidade (que depende principalmente do próprio Second life® e se traduz no famoso lag) pode reduzir muito com o aumento de utilizadores. As tips ajudam mas quem não tem dinheiro também não dá tips, ou só dá ao artista. Acho que a única solução passa mesmo pelos patrocínios e apoios. Além do possível aumento de tráfego que eventualmente se consiga. Então porque estou a escrever este post? Bem acho que, e apesar da Summer ter abordado ligeira o assunto, falta a visão do simples utilizador.

Passo a explicar melhor. A minha experiência com o Second Life® é ainda um pouco recente. Mas uma coisa já sei: não faço tensões de gastar dinheiro com isto. Com um outro jogo MMORPG muito conhecido talvez ainda pense no assunto. Com o Second Life® não.

Nos últimos tempos tenho perdido algum tempo a procurar melhorar o aspecto do meu avatar. Tenho procurado as famosas freebies e graças a algumas estou com um melhor aspecto (a propósito mais uma vez obrigado Winter pelas ofertas e pelas fabulosas freebies que existem em Portucalis). Não vou gastar dinheiro a comprar roupas ou acessórios virtuais. Dinheiro a sério, pois os Lindens™ necessários teriam de ser comprados. Ainda por cima porque o único dinheiro virtual que tenho veio do camping (e aqueles L$41 custaram muito a ganhar apesar de ter estado sentado).

Voltando mais ao assunto do post e pelo que já disse também não vou gastar dinheiro a ouvir música em Second Life®. Porquê?

Uma das principais razões é que também não o gasto na vida real. Gosto bastante de música. Não pensem o contrário. Passo a maioria do dia a ouvir música. Seja rádio, CD´s, MP3 ou no YouTube.

Outra razão é que acho que a experiência de ouvir música ao vivo no Second Life® é ainda pior que na vida real. O único concerto que assisti até agora foi o de Virtual Floyd em Portucalis. Não gostei muito. Havia muita gente a fazer barulho (assobios e palmas principalmente) e o famoso lag não ajudou muito. A música estava num stream em tempo real mas todas a gente movia-se tipo aqueles filmes do início do cinema (mesmo de início): aos solavancos. Era difícil mover o avatar e o PC acabou por encravar. Não me parece pois que haja muitas pessoas a pagar para ter um serviço que por vezes (e volto a frisar que a culpa não é dos artistas nem dos proprietários) não é bom. Ou para terem o computador a ir abaixo (graças ao excelente software do Second Life®) e darem por si outra vez de fora do evento.

Tenho a impressão que, tal como eu, a maioria dos utilizadores do Second Life® está nisto para se divertir um pouco. Conhecer pessoas e ver locais. Claro que vai haver sempre a vertente de negócio neste mundo virtual (também a há no mundo real não é?) mas parece-me que quem realmente ganha muito dinheiro com isto é mesmo a Linden Research, Inc.

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