E assim se andam a educar (e bem) as gerações futuras
Educar as gerações futuras não é tarefa fácil.
Quando eu nasci não havia computadores (ou pelo menos eram poucos e ocupavam quase sempre uma sala). E tive de ser educado por uma geração anterior que também não viveu essa realidade. Por isso muito teve de ser à minha custa. Acabei mais por ser um autodidacta.
Felizmente os tempos mudaram. Assim como muitas mentalidades.
A educação para a tecnologia começa cada vez mais cedo. Acho bem. É algo que faz parte das nossas vidas, vai cada vez ter um papel maior (apesar de não ter necessariamente de a dominar, mas isso era outro post) e vai ser cada vez mais importante para conseguirmos viver no mundo moderno.
Por isso é com grande orgulho que vejo crianças de 4 anos a terem a sorte de terem uma educadora como a Ana Dominguez.
É quando vejo crianças de 4 anos a ter aulas sobre robótica que tenho orgulho nesta geração de educadores. Uma geração com a mente aberta. Uma geração disposta a ensinar. A preparar as futuras gerações.
Já vou conhecendo a realidade da #sala4 há algum tempo. Sigo as peripécias destes pequenos (foi mais dos anteriores que o tempo não tem sido o mesmo) com algum entusiasmo. Muitos deles estão no Twitter com mais maturidade e interesse que outros utilizadores.
Por isso talvez não tenha estranhado a presença do professor Fausto Ferreira (actualmente a fazer um doutoramento em robótica em Itália). Tal como não estranhei a reacção dos pequenos, tanto no entusiasmo como na facilidade em lidar com toda a matéria.
Só devia era estranhar isto não se fazer em mais sítios.
E nisso a Ana Dominguez está de parabéns. Está a educar uma geração melhor. Mais preparada. E isso não tem preço.
Obrigado.


